Gente Que Escreve 051 – Ensinamentos e Experiências de Escrita

Fábio M. Barreto e Rob Gordon compartilham ensinamentos e experiências de escrita  e gravação ao relembar as primeiras 50 edições do Gente Que Escreve, revisitando momentos marcantes, descobertas e aprendizados, relembrando lições inesperadas e, claro, criando novas lições a partir da memória dessa nossa jornada fantástica. Algumas delas surpreenderam os próprios podcasters! Arrisca um palpite?

Qual foi a maior lição que você aprendeu nesse tempo com a gente? Compartilhe aí nos comentários!


NOVIDADE!

C.R.I.E. – CURSO DE REDAÇÃO INTENSIVA PARA ESCRITORES

Ao longo dos últimos dois anos, Fábio M. Barreto estudou os maiores problemas do texto de escritores estreantes e veteranos no Brasil e no exterior para formatar o C.R.I.E. – Curso de Redação Intensiva para Escritores.

Durante 8 semanas, com duas aulas – uma prática e uma teórica -, ele vai ensinar os alunos a compreenderem a unidade básica da narrativa com mais efetividade e criatividade. Ou seja, ele vai ensinar como redescobrir o poder de uma FRASE. Como evitar o disperdício de oportunidades criativas e, acima de tudo, como utilizar a prática como arma em prol da melhoria do seu texto.

A proposta é simples: melhorar seu texto com um programa forte, eficaz e profissional.

BÔNUS: Quem se inscrever nesta turma, também recebe TODO o material do CONTE (é, esse aí embaixo). E os 10 primeiros a se inscreverem ainda podem enviar um conto/texto de até 6 mil palavras para receber uma leitura crítica gratuita.

Conheça os detalhes do C.R.I.E. aqui. Quem se inscrever nos dois primeiros dias ainda ganha desconto!

 


C.O.N.T.E. – MASTERCLASS PARA ESCRITORES

Depois de 4 turmas de muito sucesso, Fábio M. Barreto decidiu disponibilizar TODAS as aulas e apostilas do C.O.N.T.E. no formato Masterclass. Ou seja, você tem acesso a todo o material do curso instanteamente ou pode tentar seguir o “programa”.

São mais de 16 horas de conteúdo, em vídeo e escrito, com exercícios práticos, artigos teóricos e muito da experiência do Barreto.

Então, se você não pode fazer o CONTE anteriormente (especialmente pelo valor), agora é a hora de investir (BEEEEEEM menos) e contar com ajuda de um dos escritores brasileiros mais engajados na preparação das novas gerações. Minha parte está feita, agora é com você! Aproveite!

Mais detalhes aqui: C.O.N.T.E. – MASTERCLASS


APOIE O GENTE QUE ESCREVE

Na nossa campanha de Apoio Coletivo, você pode ajudar o Gente Que Escreve a trocar equipamentos, pagar os custos de hospedagem, investir em equipe, e, acima de tudo, garantir a assiduidade dos programas. O programa vai continuar com distribuição gratuita, então, mesmo que você não possa ajudar financeiramente, colabore divulgando para os amigos e participando da nossa comunidade tanto no Facebook quanto nos comentários dos programas.

Para conhecer a campanha e ver como você pode colaborar, visite a plataforma de sua escolha:
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APRESENTAÇÃO

Fábio M. Barreto & Rob Gordon

EDIÇÃO DE ÁUDIO E LOCUÇÃO

Danton Freitas – Podstoria

ARTE DA CAPA

Thiago Dalleck 

LOGOTIPOS

André Zuil

MÚSICA TEMA

“Would you Kindly”, tema original composto e cedido por Daniel Bellieny

DESIGN DO SITE E HOSPEDAGEM

Alexandre Chaves – Fireball

LINKS RECOMENDADOS

Barreto na Amazon – Horror, FC & Fantasia, Suspense e mais!
Rob Gordon na Amazon – Só um, por enquanto!
Terapia – HQ premiada do Rob Gordon
Championship Vinyl – Blog do Rob Gordon.
Championship Chronicles – Blog de Crônicas do Rob Gordon.
Goodreads – Livros do Barreto na comunidade norte-americana.

DESAFIO DAS 3 PÁGINAS

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SUGESTÕES, CR͍TICAS, DÚVIDAS E CONSELHOS AMOROSOS.

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14 comentários em “Gente Que Escreve 051 – Ensinamentos e Experiências de Escrita”

  1. Sério que não vale falar do Desafio das 3 Páginas?

    A essa hora da madrugada vai ser complicado lembrar o que eu já aprendi com o podcast…

    No geral: Agora eu olho para qualquer texto/roteiro fora do meu antigo escopo do “gosto ou não gosto”, “é ou não é para mim”, “curto ou não curto o estilo do autor”. Histórias tem profundidade, não em questão dos personagens, do conflito, do que o autor quer que o leitor sinta e absorva. Tem profundidade de trabalho, sobre como organizar (ou não) palavras de forma que se unam em um significado de forma que, depois depois de pronto, pareça fácil fazer parecido. Mesmo que as vezes eu pareça chato porque agora eu consigo perceber e apontar alguns erros, só alguns.

    Sobre fazer networkig: o Wattpad é um lugar realmente estranho, uma mistura de toda a existência entre o bom, o ruim e o totalmente duvidoso. Onde eu tive o desprazer de me recusar a responder um rapaz, que tentou contado pela similaridade de estilo, mas ele escrevia tão mal e, mesmo sabendo que escrevia errado, ainda falava que o importante era a qualidade da história… coisa que também não tinha.

    Enfim, foram 50 programas incríveis e estou na torcida para melhorar cada vez mais. Parabéns aos envolvidos.

    p.s. minha escrita está em hiato, mas planejo retornar com O Viajante mais ranzinza e reclamão, perambulando pelo reino ainda sem nome.

    1. Uma vez eu recebi uma mensagem pelo Wattpad com um carinha recomendando uma obra em que ele dizia que não era para levar a sério… Daí eu educadamente indaguei: “amigo, se você não está levando o que está escrito a sério, porque eu vou levar?” – é uma parada estranha, como você disse, hehehe.

      1. haha. Alguém usou esse argumento para destruir A Velha Casa na Colina, no Goodreads, se não me engano. O infeliz (pq isso é coisa de gente sem felicidade na vida, convenhamos!) viu a brincadeira que fiz com Phineas & Pherb e disse algo parecido com isso “se o autor não se leva a sério, eu é que não vou.”

        Foi bom ele mostrar essa linha de raciocínio, assim eu não dei a MENOR bola pra crítica dele. hahahah

        1. Hehehe, sim, Fábio, mas imagino que o humor que tu usou foi plantado, não jogado de qualquer forma… O “levar a sério” que me referi não é “ser careta” como me pareceu o carinha que criticou A Velha Casa na Colina, como tu citou. Na situação que eu vivi, o “não levar a sério” estava sendo usado para justificar desleixo na escrita, etc.

  2. Descobri esse podcast na metade do ano passado, e devorei todos os episódios. Aprendi muita coisa, apliquei nos meus textos, e inclusive reescrevi algumas coisas antigas, que eu analisei usando aquilo que ouvi de vocês dois.

    Então, não deixo aqui apenas meus parabéns pelo trabalho de vocês, mas também um muito obrigado. Duas pessoas, com os dias cheios, que conseguem separar algumas horas para ajudar a comunidade de escritores brasileiros.

    E obrigado também à comunidade do Gente Que Escreve, que já me ajudou dando feedback em alguns textos meus. Sem esse programa, eu provavelmente teria largado mão da ideia de escrever, pois a vida acontece e a gente acaba esquecendo da importância que a escrita tem em nossas vidas.

    Valeu mesmo!

  3. Marinaldo dos Santos Barbosa

    Desisti de ser escritor. Mas vou continuar ouvido e usando essas dicas.

    “A pessoa falou 10 coisas, 1 prestou? tá valendo”
    Procrastinar eu já sei. E ainda funciona.

      1. Marinaldo dos Santos Barbosa

        Como diria Jack, o estripador, vamos por partes.

        Motivo 1:
        gosto de privacidade, e isso não existe no momento. Gosto de escrever sozinho, de preferência concentrado no texto. Mas sempre tem alguém pra perturbar minha concentração.

        Motivo 2:
        Sempre que escrevo, quando termino de escrever acho que tá uma bosta. ~Então consigo revisar, ou simplesmente voltar e corrigir, por que quero corrigir tudo.

        Motivo 3:
        Estou escrevendo um diário há alguns anos.
        E mesmo quando não estou escrevendo meu diário secreto e pessoal. Os outros textos parecem mais com parte do meu diário do que com textos publicáveis.

        Motivo 4:
        Eu tentei continuar um livro. E, como toda vez em que tentei escrever alguma coisa, eu parei um diazinho. E esse diazinho viraram dias, semanas. E então meses. Eu tentei voltar no último projeto de livro (que continua sem nome) mas não consigo achar o raciocínio, mesmo tendo escrito tudo nos mínimos detalhes em arquivos que estão na mesma pasta. Ou até os capítulos extras, que ficaram muito mais interessantes que o próprio livro.

        Motivo 5:
        Não consigo achar paciência ou o meio ao qual estou escrevendo parece distoar do que quero mostrar. Como se eu quisesse desenhar, mas só tem letras pra todo lado.

        Motivo 6:
        Não sei demonstrar com palavras tudo o que sinto. E, assim como a maioria das coisas que sinto é como se fosse pela primeira vez, não sei como ou ao quê comparar.

        Motivo 7:
        Eu acho que um jogo vai ser bem mais efetivo do que um livro. Tenho problemas em desenhar, mas assim como modelar, qualquer risco bem posto passa a imagem que desejo.
        E no jogo a história é mais interativa. Eu penso em fazer não como o “The last of us” que é um filme jogável. Mas algo semelhante, que conte a minha história sem precisar escrever palavra por palavra até ficar claro.

        Motivo 8:
        Falta a clareza. Mesmo que seja explícito em tudo o que diga, ainda não é claro o bastante pra mim.

        E por todos esses motivos eu resolvi parar de escrever.
        Mas resolvi fazer meu jogo e tentar algo diferente.

  4. Barreto e Rob cheguei até o podcast por indicação de um amigo, escutei todos de Dezembro pra cá e aprendi muito com as suas dicas. Algo que me chamou muito a atenção foi fato de como é necessário passar o “facão” no texto e saber muito bem como são seus personagens…do principal ao tio que.vende pipoca…venho da escola do rpg e aprendi que sou um jardineiro tenho 2 contos terminados um dia quem sabe a gente não se esbarra por ai ?? Belo podcast !! Continuem essa missão pelo bem da comunidade de escritores ou vamos ter que aguentar muita fanfic de crepúsculo….rs

  5. Marinaldo dos Santos Barbosa

    Onde tem “~Então” era pra ser “Então não”.
    E o corrigir tudo é jogar tudo trocar um monte de coisa até ter que voltar e fazer do zero baseado no que fiz.

  6. Acompanhar o programa tem sido ótimo principalmente por conta de um choro antigo: assim como o Barreto apontou, tem muita gente em busca de expandir a lista de contatos apenas para proveito próprio, numa ambição louca para conseguir leitores beta e joinhas nas redes sociais, daí acabamos nos cercando de pessoas em comunidades que paradoxalmente estão cheias de pessoas que querem ser lidas mas sem a mínima disposição para ler.

    O que está na moda agora nas comunidades é posts de crítica (principalmente filmes e séries), muito raramente surge uma crítica interessante sobre os conceitos e abordagens explorados em tais obras.

    Encontrar alguém que tenha disposição para trocar experiências de leitura e escrita de maneira franca é uma cruzada triste e frustrante, mas existem alguns recantos da internet onde podemos amenizar as coisas, como o Gente que Escreve, e outros podcasts como o Curta Ficção. Lugares que incentivam a formação de comunidades onde as pessoas troquem XP, não um ninho de links de autopromoção.

    Barreto e Rob Gordon, parabéns pelo trabalho realizado até aqui, obrigado pelas histórias de vivência e ideias compartilhadas e boa sorte no caminho adiante!

  7. Parabéns pela marca, dupla!

    Comentando aqui rapidinho que tenho um celular velho (MOTO G PRIMEIRA GERAÇÃO rs*) que quando você digita ele demora 40s pra ir formando as palavras, e mesmo assim consegui me obrigar escrever um conto de 5 páginas para uma coletânea de cyberpunk. Eu achava que nunca escreveria algo completo no celular, geralmente anoto ideias soltas apenas, mas consegui tanto que até precisei enxugar o texto.

    Posso lhes dizer que qualquer um consegue, desde que se proponha a isso. Pra mim foi uma vitória pessoal pois o escrevi em filas de ônibus, metrô etc.

    Caso meu conto seja aprovado na coletânea, posso voltar aqui e colar o link para apreciação? Será um ebook.

    Novamente, parabéns pelos mais de 50 programas, que escuto desde o primeiro. Vocês me acompanham em muitas horas de trânsito. Valeu, pessoal!

Comentários encerrados.

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