[Toy Story 3] Análise Exclusiva

Começa a cobertura especial do Terra para Toy Story 3. Fui enviado a São Francisco para visitar a Pixar, entrevistar o elenco e, claro, assistir ao filme. Leia um trecho da análise! Em breve, entrevistas, matéria fotográfica sobre a visita aos Estúdios, e bastante material exclusivo!

Brincar. Colecionar brinquedos, raros ou não. Acreditar no faz de conta. Habitualmente, tais conceitos são aplicados a crianças ou, na pior das hipóteses, nas inúmeras teses jornalísticas ou comportamentais dedicadas a tentar compreender os adultos e seus action figures. Toy Story mudou essa história ao transformar essa brincadeira em experiência formativa mundial; seja pela humanização dos brinquedos ou pela recíproca relação de amor, respeito e carinho entre o então garotinho Andy e sua vasta coleção liderada pelo caubói Woody. Quinze anos se passaram, Woody, Buzz, Jessie e Cia transcenderam a tela para ganhar lugar no imaginário de toda criança, jovem ou adulto que tenha contato com o cinema. Seus personagens e arquétipos ocupam o mesmo espaço de princesas em perigo, príncipes encantados e bruxas más da literatura, mas com um diferencial: Toy Story nasceu para ser visual e visto, instantaneamente, por centenas de milhares de adoradores. E nem mesmo a ida de Andy para a faculdade e o destino incerto de seus companheiros de plástico e pano é capaz de ameaçar esse laço, afinal Toy Story 3 chegou! E o melhor filme da trilogia estréia com emoção, drama e um primor técnico inigualável.

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Sobre 

Fábio M. Barreto roteirista e diretor de cinema e TV. Baseado em Los Angeles, nos Estados Unidos, atuou como criador de conteúdo multimídia, mentor literário e é escritor premiado e com vários bestsellers na Amazon.com.br. Criador do podcast "Gente Que Escreve" e dos cursos "Escreva Sua História" e "C.O.N.T.E. - Curso Online de Técnicas para Escritores".

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8 thoughts on “[Toy Story 3] Análise Exclusiva

    1. Acho que o filme 1 e 2 na maior parte do tempo foram até melhores que o filme 3, pois tudo o que acontece com os brinquedos na creche, já não é mais surpresa para nós porque sabemos desde o filme 1 e dois, que estes brinquedos praticamente tem alma de gente ou criança, mas o filme 3 compensa toda esta parte pela grande emoção da despedida do Andy para com seus brinquedos. Assisti no computador e imagino que seria muito mais emocionante se fosse no cinema! que pena que não fui ver no cinema!

  1. Poxa, já te falei que fico felizão quando eu concordo com vc. qdo discordo, é bom q dá pra discutir e argumentar. mas qdo eu vejo q sua opinião – q eu respeito demais – é parecida com a minha, é o máximo 😀

    também escrevi sobre, em http://meusanosincriveis.blogspot.com e tem mto a ver com o seu texto 😀

    parabens.

  2. Vou ter um ataque de ansiedade até a estreia , estou muiiiiiiiiito feliz mas ainda sem nem acreditar nessa volta a infância. Parabéns pelo texto e por passar segurança, vou ver o filme sem medo!!

  3. Realmente o melhor da trilogia!!!! Cara, como a Pixar consegue fazer isso? Saí do cinema com vontade de voltar e ver tudo de novo! 😛

    Sensacional… coitado do Shrek! Qualquer animação lançada nos próximos meses vai ficar pequena perto de Toy Story 3. Ainda passei pela emoção de ver meu filho de 8 anos chorar pela primeira vez num filme… tá eu tava chorando também!

    Me diverti, dei muita risada e me emocionei… isso é que é ir ao cinema!

    Detalhe pro curta da pixar “Dia e Noite” que passa antes… sensacional também! Deve ser por isso que sou fã incondicional da turma da Pixar

  4. Putz, achei o pior dos três, mas mesmo assim é excelente.

    A parte técnica é um primor, ainda mais em 3D. Cenas de ação que deixam qq filme do gênero no chinelo.

    A cena que mais me emocionou foi aquela em que os bonecos estão prestes a ser destruidos, quando eles se dão as mãos.

    Mas acho que os outros dois conseguem passar mensagens mais interessantes de uma maneira mais tocante.

    Mas merece uma nota 8 facilmente.

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