Gente Que Escreve 045 – Mitos e Realidades

Existem muitos mitos e realidades sobre a vida de quem escreve profissionalmente, ou sobre o que fazemos durante o trabalho. Pedimos sugestões, dúvidas e perguntas aos ouvintes e eles enviaram várias delas. Fábio M. Barreto e Rob Gordon respondem todas, debatendo o tema, e descobrem coisas muito interessantes sobre as relações entre escritores/redatores/jornalistas/roteiristas e o mundo à volta deles.

Ouça, participe nos comentários e compartilhe!

Conhece mais algum mito? Ou tem dúvida sobre alguma verdade da profissão? Coloque aí nas respostas, num próximo programa, responderemos mais perguntas sobre o tema.

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APRESENTAÇÃO

Fábio M. Barreto & Rob Gordon

EDIÇÃO DE ÁUDIO

Danton Freitas – Podstoria

ARTE DA CAPA

Johnny Bijos 

LOGOTIPOS

André Zuil

MÚSICA TEMA

“Would you Kindly”, tema original de Daniel Bellieny

DESIGN DO SITE E HOSPEDAGEM

Alexandre Chaves – Fireball

LINKS RECOMENDADOS

Barreto na Amazon – Horror, FC & Fantasia, Suspense e mais!
Rob Gordon na Amazon – Só um, por enquanto!
Terapia – HQ premiada do Rob Gordon
Championship Vinyl – Blog do Rob Gordon.
Championship Chronicles – Blog de Crônicas do Rob Gordon.
Goodreads – Livros do Barreto na comunidade norte-americana.

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SUGESTÕES, CR͍TICAS, DÚVIDAS E TELEFONE DA EMMA STONE.

Envie e-mails com para: gentequeescrevepodcast@gmail.com

Sobre 

Fábio M. Barreto roteirista e diretor de cinema e TV. Baseado em Los Angeles, nos Estados Unidos, atuou como criador de conteúdo multimídia, mentor literário e é escritor premiado e com vários bestsellers na Amazon.com.br. Criador do podcast "Gente Que Escreve" e dos cursos "Escreva Sua História" e "C.O.N.T.E. - Curso Online de Técnicas para Escritores".

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8 comentários sobre “Gente Que Escreve 045 – Mitos e Realidades

  1. Curti essa proposta. Não é o Escreva sua história, mas tira muitas dúvidas e ajuda com os exemplos sonoros e aplicados. E continua divertido. O que todas as aulas que eu assisti na vida nunca foram.

    ps.: Desisti do livro. Livros precisam ser publicados… Mas jogos… Jogos podem ser apreciados. 🙂

  2. Muito legal a interação nesse programa.

    Eu fiz a pergunta relacionada à idade para escrever e gostaria de comentar duas coisas:

    1 – Rob, obrigado pela sua resposta. Que coisa linda. “Não é sobre dar as respostas, mas sobre gerar novas dúvidas”
    Tenho 22 anos e o que tenho de sobra são dúvidas. Obrigado!

    2 – Fabio, obrigado pelo seu comentário ao ler o meu comentário no facebook.
    Eu realmente tenho uma neura com vírgulas e não sei quando usa-las, por isso as vezes exagero um pouco. Mas tenho ido atrás de livros de gramática e tento perceber nos livros que leio a formação das frases e tudo mais…

    Muito obrigado gente. Como costumo dizer, a paixão de vocês inspira!!

    1. Victor,

      sobre a coisa das perguntas e dúvidas. levei muuuuita porrada por isso em “Filhos…”, pois acredito muito na força do “plantar uma questão” na cabeça do leitor e deixar que ele encontre a própria resposta. a literatura atual tem uma mania bizarra de querer responder as coisas, de decidir assuntos complicados e muito pessoais, e às vezes funciona, mas a melhor resposta é aquela que encontramos individualmente, pois somente ela vai, de fato, resolver o problema e nos fazer crescer. se eu impuser minha resposta ao leitor, estou apenas querendo que ele pense como eu, não que pense por si. 😉

      1. Interessante, Barreto. Não sei se tem a ver, acho que tem… Algo que me preocupo quando escrevo é apenas que os personagens e eventos da história estejam bem resolvidos sobre si mesmos. Que tenham coerência interna. Nem sempre as coisas estarão escancaradas para o leitor de forma explicita no texto, o que deixa margem para que ele mesmo formule sua interpretação do que está acontecendo.

  3. Gostei do programa. A intervenção cômica na edição foi ótima, hehehe. Dava para encaixar um espaço menor em cada programa para leitura de mensagens dos leitores sobre o programa anterior.

    “Você não pode escrever histórias de terror sem ter lido Stephen King”… O Gordon arregaçou minha orelha com esse puxão. Preciso por um livro do King no começo da minha fila de leitura. Urgente!

    Sobre escrever bêbado, o pessoal costumam dar uns exemplos icônicos tentando usar exceções e aplicar como regra, hehehe. Além de esquecer que tem diferença entre escrever bêbado e escrever bebendo, hehehe.

    Queria deixar um pedido: seria legal ouvir um programa sobre as diferenças narrativas estruturais (além do tamanho) entre contos, novelas e romances.

  4. Rob e Fábio, muito obrigado por responderem minha pergunta. Mandei sem muita esperança de receber resposta, imagino que muitos enviaram dúvidas, mas quando ouvi o comecinho de Engel quase dei um pulo, hahaha!
    Obrigado pelos toques, isso é algo que sempre me preocupou um pouco. Sempre fico apreensivo. Já teve conhecido meu que me olhou estranho depois de ler um ou outro conto meu, porque sempre tem alguém matando outro alguém nas minhas histórias. Vou abraçar isso de vez. Não escrevo só isso, mas é o tipo de coisa que mais me sinto à vontade na hora de escrever.

    Sobre a música, ela sempre está presente na minha vida, e por isso eu acabo tendo ideias inspiradas por elas.
    O Rob falou que não consegue imaginar como colocar em texto uma música do Rammstein, pois então eu vou acionar aqui minha carta de ataque de oportunidade, e deixar o link de um conto que escrevi inspirado por Stein Um Stein:
    https://cavernadecontos.blogspot.com.br/2012/06/tijolo-apos-tijolo.html
    Este conto está participando do Desafio das Três Páginas.

    Tenho outros no blog. Se alguém tiver curiosidade de ler, peço desculpas pela qualidade, pois quando os escrevi eu ainda não tinha o conhecimento que o Gente Que Escreve me proporcionou. Estou trabalhando em mais um, baseado numa canção do Alice Cooper, e noutro, um de fantasia, inspirado por uma música do Rainbow. Quando eu terminar, compartilharei com a comunidade aqui.
    [/FIM DO MERCHAN]

    Agradeço de novo, não só por terem me respondido, mas pelo trabalho que vocês fazem neste podcast. Infelizmente as vacas andam magras, mas quando puder, ajudarei como colaborador, e isso nunca vai pagar pelo que vocês já me proporcionaram em termos de conhecimento e inspirações. Valeu mesmo, galera! Vocês estão de parabéns!

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