Gente Que Escreve 044 – Apresentação de Protagonistas

Grandes histórias precisam protagonistas, certo? Mas introduzir as heroínas e heróis das nossas narrativas não é tão fácil, simples, ou óbvio quanto parece. Afinal, qual a diferença entre o personagem principal e os demais habitantes de tantos mundos fantásticos? Fábio M. Barreto e Rob Gordon investigam o assunto num papo descontraído, cheio de experiências pessoais, lições aprendidas pelas redações da vida e sem Halls preto!

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Efeito/Experimento Kuleshov: é o conceito comentado pelo Barreto. Foi postulado por Sergei Einsenstein, em “O Sentido do Livro” e colocada na prática pelo cineasta Lev Kuleshov. Abaixo você pode ver o vídeo original.

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APRESENTAÇÃO

Fábio M. Barreto & Rob Gordon

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Danton Freitas – Podstoria

ARTE DA CAPA

Thiago Dalleck

LOGOTIPOS

André Zuil

MÚSICA TEMA

“Would you Kindly”, tema original de Daniel Bellieny

DESIGN DO SITE E HOSPEDAGEM

Alexandre Chaves – Fireball

LINKS RECOMENDADOS

Barreto na Amazon – Horror, FC & Fantasia, Suspense e mais!
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Terapia – HQ premiada do Rob Gordon
Championship Vinyl – Blog do Rob Gordon.
Championship Chronicles – Blog de Crônicas do Rob Gordon.
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Sobre 

Fábio M. Barreto roteirista e diretor de cinema e TV. Baseado em Los Angeles, nos Estados Unidos, atuou como criador de conteúdo multimídia, mentor literário e é escritor premiado e com vários bestsellers na Amazon.com.br. Criador do podcast "Gente Que Escreve" e dos cursos "Escreva Sua História" e "C.O.N.T.E. - Curso Online de Técnicas para Escritores".

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20 comentários sobre “Gente Que Escreve 044 – Apresentação de Protagonistas

  1. Fábio, sou bem diferente de você. Adoro que meus personagens se ferrem e sofram muito. Minha primeira ideia de livro é basicamente o personagem principal indo atrás de objetivo errado atrás de objetivo errado e por fim comete um erro irremediável que vai fazê-lo se arrepender até a morte.

  2. Fábio e Rob, muito legal o programa!

    Será que poderiam falar um pouco sobre livros longos. Tenho a tendência de escrever coisas grandes. Sempre escuto dizer que é melhor escrever livros menores. Por outro lado, vejo alguns autores como por exemplo, Brandon Sanderson (Stormlight Archive) e o George Martin (GOT) com livros grandes, mas que funcionam. Como saber se o livro deve ser mesmo grande ou menor?

    Muito obrigado!

    1. Acho que a dinâmica narrativa de histórias longas e curtas (romances e contos, por exemplo) são tão distintas entre si que tenho que concordar com o Barreto quando ele diz “o livro tem que ter o tamanho que precisar ter”. O melhor, neste caso, acho que é “o melhor formato que o escritor encontra para expressar sua história”, nunca vi alguém que tenha dito “é melhor escrever histórias longas” ou “é melhor escrever historias curtas” com propriedade. Podem existir objetivos e públicos diferentes ao escrever um ou outro, mas não acho que forçar a barra para que uma história tenha um tamanho diferente do que você quer escrever realmente vá “ser melhor”. Estaria no nível de quem diz “vou escrever histórias do tipo x pois é a febre do momento” só porque está na moda e não por afinidade verdadeira. “O melhor” é onde a vontade, afinidade e objetivo do escritor se alinham.
      É minha opinião. 🙂

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