Gente Que Escreve 043 - Especial Ficção Científica - Parte 2

Gente Que Escreve 043 – Ficção Científica – Parte 2

Uma navinha é boa, duas navinhas é melhor ainda! Fábio M. Barreto e Rob Gordon voltam à Ficção Científica para aprofundar a discussão do episódio passado e comentar o posicionamento do gˆênero no Brasil. Fizemos mais algumas recomendações e, claro, entramos no modo “nerd tarja preta manicômio” para viajar até as estrelas. Participe da discussão, concordando ou não, deixe sua opinião aí embaixo!

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Sobre 

Fábio M. Barreto roteirista e diretor de cinema e TV. Baseado em Los Angeles, nos Estados Unidos, atuou como criador de conteúdo multimídia, mentor literário e é escritor premiado e com vários bestsellers na Amazon.com.br. Criador do podcast "Gente Que Escreve" e dos cursos "Escreva Sua História" e "C.O.N.T.E. - Curso Online de Técnicas para Escritores".

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15 comentários sobre “Gente Que Escreve 043 – Ficção Científica – Parte 2

  1. Terminado de escutar agora. Galera, muito legal o episódio. É achei ótimo vcs comentarem sobre a ficção científica como crítica social, pois essa semana eu estou estudando as viagem de Gulliver (e embora não tenha essa classificação de ficção científica) ela fala de uma crítica à sociedade inglesa de uma forma ficcional. (e confesso q nunca tinha me atinado para esse ponto antes do estudo.
    Deixo um grato agradecimento a vcs pelo ótimo trabalho.
    Ah e esqueci de comentar q tive um a dobradiças de surpresa legal, uma escutar a entrevista do Barreto no literário cast e na mesma semana assistir um filme na Netflix e ver q o tradutor era o Barreto.
    Abs

  2. Sobre a carta da Beatriz. Acho que é algo que muitos podem estar passando, então mostra mais uma vez a importância do quanto ela ter escrito sobre o problema.

    Eu também fico apreensivo para apresentar escrita a pessoas mais próximas, principalmente familiares, porque tenho a sensação de que elas tendem a trazer a experiência pro nível pessoal. Sinto como se elas estivessem buscando elementos nas histórias para encontrar meus desejos e frustrações pessoais. Como acontece com a Beatriz, isso afeta o potencial de divulgação ideal que eu poderia alcançar, porque acabo me boicotando com receio de publicar material aos olhos das pessoas próximas, daí fico mais tranquilo fazendo isso em meios mais neutros, como comunidades, blog, etc. As vezes até uso heterônimos para transferir a “culpa” do texto para alguém desconhecido aos meus conhecidos. Até funciona, deixa essas pessoas que tentam te analisar confusas, hehehe.

    Tenho quebrado um pouco esse temor conforme vou ganhando segurança pelo estudo (sejam aspectos técnicos ou ouvindo experiências de outros escritores, como acontece aqui no Gente que Escreve).

    PS: a listagem de recomendações no final foi bem útil, principalmente a soletração do “Binti”, tentei escrever de várias formas, nenhuma chegou perto do óbvio “escreve como pronuncia”. Hehehe.

    1. Eu não gosto de mostrar o que escrevo pra minha família porque além dessa questão de tentarem te entender pela obra, família tem grandes chances de ser parcial, algo inclusive que, salvo engano, Barreto ou Rob até comentaram no programa.

      Sobre amigos, eu não gosto porque percebo que boa parte não tem interesse de ler quase como uma autodefesa esperando que seu texto será ruim, mas se vê diante de um dilema de querer desagradar o amigo. Adoraria ter amigos pessoais que fossem leitores críticos a ponto de realmente ter interesse no que eu escrevia e com a coragem de apontar o que realmente achavam do texto.

  3. Mesmo eu não gostando muito de Fantasia e adorando Sci Fi, gostei da reflexão que fizeram sobre a proximidade de ambos os gêneros ou subgêneros.

    Sobre o e-mail da Beatriz, me identifiquei muito porque vivenciei um caso similar. Escrevi um livro há cerca de 10 anos, alguns amigos sabiam que eu estava escrevendo viram alguns capítulos e fizeram aqueles comentários neutros de amigos, mas não se empolgavam muito como é natural para quem tem acesso a todos os clássicos e pouco tempo pra ler. Apesar disso me dediquei muito a escrita enquanto fazia faculdade e trabalhava, estudei muito uma literatura mais erudita, me debrucei em autores como Goethe, Dante, em filósofos como Sócrates, Hegel, Nietzsche – porque meu livro não deveria ter um aspecto de literatura contemporânea. As pessoas sabiam que eu escrevia, mas não ligavam muito e nem perguntavam porque o comum é que quem escreve casualmente não conclua suas obras.

    Terminei o livro, não disse pra ninguém porque sabia que meu livro não era comercial e procurei por conta própria sobre publicação e isso numa época em que não existia podcasts comentando sobre o tema, nem jovens autores nacionais de sucesso. Uma editora que aceitava originais na época recebeu meu livro, depois de dois meses, deram a resposta positiva de publicação, ofereceram as condições para um contrato, mas apesar de achar tudo justo, não publiquei meu livro por insegurança porque ele tratava vários tabus sociais e eu temia ser visto como o narrador de minha obra (pra piorar minha narrativa era em primeira pessoa). Como trabalhava na área de educação, também temia que temas polêmicos poderiam chegar aos pais dos meus alunos e isso poderia prejudicar minha atuação como professor.

    Curiosamente na época que escrevi o livro estava na melhor fase da minha vida, rodeado de amigos, frequentando inúmeros ambientes sociais,ia a festas todas semanas, praticava esportes, dentre outros, mas alguns anos depois, por conta de uma mudança, pelo trabalho, me tornei uma pessoa muito reclusa e minha personagem/narrador também se tratava de uma pessoa totalmente reclusa, solitária e antissocial, de modo que agora que se torna impossível eu lançar essa obra sem que minha imagem pessoal seja atrelada ao narrador e mesmo se eu negasse a relação, sempre existiria a desconfiança que se tratava de uma obra autobiográfica daquela fase da minha vida.

    ps: Fabio e Rob parabéns pelo ótimo programa e desculpem pelo textão.

      1. Mike, eu não apenas pensei como perguntei pra editora se poderia, mas apesar da resposta ser favorável, no meu caso específico teria uma série de problemas. Basicamente a editora disse que uma coisa é se apoiar num pseudônimo quando existe uma relevância pública, como é o caso do Rob Gordon, outra é de alguém que inauguraria seu pseudônimo já com uma obra que precisaria de algum nível de marketing e divulgação pessoal. Para piorar, a minha biografia real de certa forma poderia ajudar até a aumentar o interesse de um leitor casual que esbarrasse com a sinopse em alguma livraria, porque minha formação acadêmica e atividade profissional tem alguma relação com os temas abordados.

        Também seria fundamental uma noite de autógrafos, um esforço de participação em eventos como bienais e feiras literárias, procurar algumas mídias para divulgar, dentre outros fatores, que faziam com que não fosse interessante pra editora publicar uma obra que por “capricho do autor” criaria mais barreiras para a venda.

  4. Episódio muito bom com ótimas recomendações(agradeço também ao locutor do final que listou as recomendações e soletrou o livro e o nome da autora de nome complicado). Acho que faltou um pouco de citar sobre literatura, e até mesmo mídia, oriental sobre o Sci-fi, já que no ramo as animações japonesas, baseadas em mangás e novel, há pérolas sobre filosofia existencialista com as modificações do corpo ou a evolução das consciência robótica e sobre a sociedade como um todo, como Akira, Ghost In The Shell e um recente que ainda não tive a oportunidade de consumir mas que parece ser muito interessante: Inuyashiki. Além de que a popularização do mangá moderno no Japão só aconteceu com Tetsuwan Atom(Astro Boy no ocidente), pelo pai do mangá, Osamu Tezuka. Que se inspirou no Asimov para criar um universo com robôs de direitos reduzidos ascendendo à consciência e numa busca de direitos(sim! Tem isto no mangá do Astro Boy, tem até um presidente robô. É muito incrível isto). Acho que um tema tão abrangente como a Ficção Científica merece várias outras partes, espero que tenha no futuro(claro que não necessariamente lançando seguidamente, porque pode ficar cansativo)

  5. Olá amigos escritores! Muito obrigada por responderem o email e pelas ótimas dicas. Fiquei muito feliz com o que disseram e vou adotar algumas coisas para a vida. Outro conto meu foi aprovado então devo estar caminhando em direção mais próxima do meu sonho né?! O mais legal foi ver que mais gente tem esse problema, ver todo mundo falando sobre isso e se ajudando nos comentários foi legal. Continuem com o trabalho, adoro vocês e força aí Fábio, estou no caminho para a melhora de depressão/ansiedade faz alguns meses, tomei coragem e fui me tratar. Finalmente estou vendo uma luz, para quem não acredita: não desista! Pode parecer que nada vai ficar bem, mentira, as coisas vão melhorar. Acredite em você! Beijos e não esquece o minoxidil Rob 🙂

  6. Opa, oi pessoal (:
    Sou nova por aqui, conheci o podcast esse mês e gastei as últimas duas semanas ouvindo os episódios antigos. Antes de mais nada, queria parabenizá-los pelo ótimo trabalho. Vocês estão sempre entregando conteúdo de qualidade, parabéns pela iniciativa.
    Deixa eu me apresentar rapidinho, sou Mia, 21 anos, moro em Goiás. Na verdade eu não sou escritora, sou ilustradora. O podcast me chamou atenção porque tenho muito interesse por quadrinhos e gostaria de começar a escrever meus próprios roteiros. Atualmente trabalho apenas em parceria com um amigo, no qual ele escreve os roteiros e eu desenho as páginas. Já tenho ideias de história que gostaria de colocar no papel assim que terminar meu TCC no final desse ano.

    Estou passando aqui para dar uma sugestão de pauta: quais os meios, além da Amazon, para quem quer publicar no exterior? Vocês falam bastante de como o mercado americano oferece muito mais oportunidade, mas qual seria o caminho das pedras? Quais os principais meios de publicações independentes, quais editoras são mais abertas a iniciantes, etc? E caso saibam alguma coisa também para quem está produzindo quadrinhos, seria maravilhoso (:

    Um abraço, vocês são ótimos 😉
    Quando passar a correria do meu TCC quero fazer uma ilustração para o podcast

  7. Olá, pessoal. Primeira vez que comento por aqui. Gostei muito dos dois programas de FC, gosto muito do gênero, especialmente Space Opera, então foi um baita aulão.

    Estou lendo atualmente a Guerra do Velho e gostando bastante, é a primeira com pegada miltar que leio. Vocês não falaram de Duna, ele entra como Space opera também?

    Escrevo já há alguns anos, e praticamente tudo que escrevi até hoje (publicado apenas no Wattpad) é de FC. Acho que existem escritores e público, o que não existe muito é interesse editorial sabe-se lá por que. Tomara que esse cenário mude nos próximos anos e que tenhamos muita space opera brasileira surgindo 🙂

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