Gente que Escreve 038 - Escrever sobre Política

Gente Que Escreve 038 – Escrever sobre Política

Com os desdobramentos recentes no Brasil cada vez mais integrados ao dia a dia da população, e as discussões acaloradas que marcam o país há alguns anos, não dá mais para esconder: Escrever sobre Política, ou seus pontos de vista, é inevitável mesmo na ficção. Fábio M. Barreto e Rob Gordon resolveram mergulhar nesse assunto delicado e, armados com todos os clichês do mundo, cutucaram a onça com vara cura, mexeram no vespeiro, meteram o dedo na ferida e jogaram a m#$% no ventilador, afinal, não há mais volta e quem produz literatura não pode mais ficar alheio. O jogo mudou. E parte do futuro está nas mãos de contistas, romancistas, cronistas e outros “istas” que vão participar do registro desse momento.

Ouça, comente e divulgue. Participar do debate sóbrio, produtivo e cultural sobre o ato de “escrever sobre política” é bom para todo mundo!

E, por conta do tema, cabe um aviso: tentamos ao máximo evitar tomar partido e tudo foi avaliado da forma mais respeitosa, neutra e positiva possível. Nosso objetivo é envolver os escritores no debate. Ponto. Todo lado do debate carece de vozes preparadas, seja qual for o assunto.

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Sobre 

Fábio M. Barreto é escritor e roteirista. Baseado em Los Angeles, nos Estados Unidos, atua como criador de conteúdo multimídia, mentor literário e é escritor premiado e com vários bestsellers na Amazon.com.br. Criador do podcast "Gente Que Escreve" e dos cursos "Escreva Sua História" e "C.O.N.T.E. - Curso Online de Técnicas para Escritores".

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14 comentários sobre “Gente Que Escreve 038 – Escrever sobre Política

  1. Tem uma obra (Não é um livro, mas vale a citação) que trabalha política com todo o envolvimento que um livro precisa. Obviamente, Watchmen.
    O contexto da guerra e o que isso gerou na sequencia conversa muito com as histórias e motivações dos personagens por todo o período retratado. Acho que pra escrever de política como ficção é uma obra prima a ser estudada e copiada nesses meios e formas de trançar o roteiro.
    Dá pra fazer critica séria com ficção, mas como foi dito, não sem tomar partido.

    1. Boa a citação de WATCHMEN. A série JOHN CONSTANTINE: HELLBLAZER também costumava tocar em elementos políticos da Irlanda, Inglaterra, etc. Não por acaso, talvez em histórias que sejam escritas pelo Allan Moore também (não posso confirmar agora).
      Não tomar partido é praticamente impossível, muitas vezes a neutralidade é usada para disfarçar a apatia quanto a certos temas, o que em si já pode ser considerada uma postura na situação.
      Acho que o importante aqui na maioria das vezes não é o lado que se toma, mas a maturidade com que se lança mão de determinada postura.

  2. Olá Barretão e Robin Gordon, não ouvi esse episódio ainda mas tô baixando. Infelizmente os padrões de voz de vocês 2 e a forma de falar (acho que é isso) são muito irritantes e atrapalham muito pra entender o podcast, desde o primeiro episódio. A sugestão que eu dou é vocês falarem com o editor para deixar o podcast mais dinâmico: trocar as músicas da trilha sonora e adicionar mais músicas, aumentar o volume (é difícil de ouvir com fones de ouvido), cortar os silêncios e usar um Autotunes para modificar vocês 2 falando. Tenho certeza que vai ficar muito melhor pra gente que ouve se concentrar no conteúdo.

    1. Caramba… tem certeza que o problema não é o seu dispositivo/aplicativo reprodutor de som?

      A reclamação do volume com fones de ouvido faz parecer isso… pois eu sempre ouvi no fone normalmente.
      E nada me irrita nas vozes ou forma de falar… e nem tenho interesse em ser puxa-saco, heheh… só quis deixar a minha opinião tbm.

      A única coisa que me incomoda um pouco é a diferença de volume de cada voz.

    2. Fala, cara! O Editor aqui falando (:

      1) Podcast mais dinâmico

      – Sendo bem sincero, eu não vejo problema na dinâmica. Pro conteúdo que eles apresentam a ideia não é ter uma dinâmica acelerada (Algo tipo um MRG da vida, cheio de corte) o importante pro conteúdo é que ele seja compreensível e que os ouvintes consigam assimilar ele. É um programa sobre escrita/leitura totalmente em áudio. Eu assumi a edição depois de mais de 30 edições lançadas e já com uma base de ouvintes boa, eu não quis transformar o podcast em outra coisa que já não era. Eu mesmo também sentia um pouco mais de falta de dinâmica na trilha e venho trabalhando isso em toda edição, colocando uma música que tenha relação com o tema, com o que estão falando e tal. Mas, mesmo assim, é um podcast onde o foco não é a música, o foco não é a trilha, por isso ela sempre vai ficar em segundo plano.

      2) Aumentar o volume

      – Já que existe a reclamação quanto, posso aumentar sim (: Mas assim como falaram ai em cima, vê se não é do seu celular. Eu trabalho com áudio há 10 anos, inclusive quando finalizo a edição do programa eu ainda passo o programa editado pelo Loudness da Izotope RX6 pra que o nível esteja dentro dos parâmetros pra uma boa experiência com fone de ouvido. (Eu mesmo faço a edição com fone de ouvido e sempre mantenho o nível no médio de onde estou ouvindo pra que tenha margem pra quem quer aumentar o volume ou pra quem quiser abaixar). Dependendo do fone que você escuta, ainda digo que pode ser por uma questão de impedância do fone X aparelho que você usa pra escutar, um dos fones que tenho aqui em casa eu não uso no celular justamente por isso hahahahahahah

      3) Cortar silêncios

      Te garanto que já corto os silêncios hahahahahaha talvez em uma frase ou outra poderia ter um intervalo menor? Acho que isso vai de gosto da pessoa. Mais do que está acho que ficaria ruim pro conteúdo por não ter tempo de digestão do assunto que estão falando

      4) Autotune

      Rapaz, Auto-Tune é pra “afinar” a voz. Não faz sentido usar auto-tune em um podcast de duas pessoas com mais de uma hora de duração hahahahah e fora que: O programa sempre foi a pessoa Fabio Barreto conversando com a pessoa Rob Gordon. A dinâmica que ele tem entre os dois é a boa e a conversa flui, você tem o total direito de não gostar do jeito deles falarem, dar sugestões se for algo válido eles vão levar em consideração. Mas por ser uma crítica isolada acho que é mais uma questão de gosto pessoal de estilo de podcast (:

      1. kkkk sensacional o Rob “assumindo” a pauta do episódio depois de mais de meia hora de conversa.

        Bom… Eu sempre gostei muito da trilha de abertura/encerramento. Pra mim, o recente reforço sonoro no decorrer das conversas está em uma medida bem agradável e coerente. Mas vale dizer que nada supera as adoráveis intervenções do Eric. E sinto falta da moedinha girando no final. Transmitia uma intenção de conclusão.

        Existe mesmo uma diferença entre as vozes. A voz do Fabio é um pouco mais “abafada” e suave e a do Rob é mais aguda e quando ele se empolga dá uma pontada no tímpano. Mas eu sei que o fone do Apple não é lá muito bom. Não posso reclamar.

        Aguardando o próximo episódio 😉

    3. Alguns episódios antigos vinham com problemas recorrentes da qualidade do áudio, mas os mais recentes tem sido ok.

      Pessoalmente, e peço que não me entenda mal, achei confuso. Você basicamente desaprova o formato do programa e o estilo de diálogo dos dois únicos integrantes… Isso não significa na prática que você gostaria de ouvir outro programa, afinal? Hehehe.

      Eu acho legal a dinâmica entre o Fábio e o Rob e as músicas usadas dão identidade ao programa. Mas já que você usou a palavra “irritante”, eu lembrei que em alguns episódios o costumeiro “olá amigo escritor, olá amiga escritora” do Fábio sai bem desafinado! Hahaha!

  3. Excelente as dicas relacionadas com o tema (nunca pensei antes, mas fique feliz por perceber que escrevo sobre, da maneira que foi sugerida [por exemplo o Sobre golpes de azar… no meiotexto, blog pessoal]). E não achei o programa pesado não, ao contrário. Mesmo sendo o único podcast brasileiro sobre escrita, vocês tratam muito bem de temas atuais, ou seja, mesmo supondo que houvesse outros, vocês ainda seriam os melhores!

  4. Queridos Barreto e Gordon,

    Muito bom o podcast e o tema é bem mamilos, né! Polêmico. Enfim, vou deixar meus 2 centavos sobre o tema.
    Sei que a opinião abaixo também não é sobre o tema em si, mas já que o assunto ajudou na construção, vamos lá.
    Eu queria muito ser tão otimista quanto o Barreto ao afirmar que “a inocência política do Brasil acabou”, mas não dá. Concordo só parcialmente (queria concordar mais), por que quem está tomando consciência política no Brasil somos nós. Os poucos “privilegiados”, que frequentaram uma Universidade, que têm contato com fontes um pouco mais confiáveis de notícias que não a mídia de massa manobrista e que têm alguma capacidade intelectual de chegar a uma conclusão ou formar uma opinião coerente sobre o cenário.
    A maioria esmagadora da população brasileira não tem condições de fazer isso. A grande massa troca voto por dentadura. Não tomem por surpresa se, nas próximas eleições, tivermos os mesmos rostos que hoje ocupam os jornais carimbados como corruptos, sentadinhos na Câmara, no Senado, ocupando a cadeira presidencial administrando e legislando sobre nós.
    O problema do Brasil tem uma única solução e ela está longe, muito longe de ser atingida: educação pública, de qualidade para todos.
    Só atingiremos a consciência política de que tanto precisamos com Educação pública, de qualidade para todos, formando pessoas pensantes, críticas e instrumentando essas pessoas para uma vida com dignidade. Afinal, “escrever sobre política” só vai surtir o efeito que perseguimos se as pessoas estiverem preparadas para ouvir (não desistam de escrever sobre política! Somos poucos, mas estamos lendo! rsrsrs)
    Infelizmente estamos tão longe disso quanto estamos de colonizar Marte. Talvez mais.

    Abraços!

    Ju Livramento

  5. Tema interessante. É bom abrir os olhos para essa possibilidade. Eu estudo ciências econômicas e tento manter os olhos abertos para as questões políticas e econômicas usadas em ficção. Apesar de ter tido contato com obras diversas que utilizam de elementos com estes temas (como EU, ROBô, por exemplo), o livro que me chamou atenção pela primeira vez foi TROPAS ESTELARES, de Robert A. Heinlein. São ambientações distantes da nossa realidade, mas tocam em certos temas que considero universais.

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