Gente Que Escreve 034 – Muitas Vozes, Duas Mentes, Uma História (ou, Fragmentado)

O que acontece quando a dupla dinâmica do Gente Que Escreve se depara com o seguinte cenário: Muitas Vozes, Duas Mentes, Uma História? Fábio M. Barreto e Rob Gordon entram no embalo do filme Fragmentado (Split), de M. Night Shyamalan e extrapolam como seria escrever um livro com 23 pontos de vista, mas dentro de uma história só. O exercício provou ser uma oficina inesperada de desenvolvimento de história. Mais aprofundado do que isso, só escrevendo o livro ao vivo!

Ah, sem spoilers, se você ainda não assistiu “Fragmentado” (o Barreto ainda não viu!) pode ouvir sem problemas!

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Fábio M. Barreto & Rob Gordon

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Johnny Bijos

LOGOTIPOS

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Sobre 

Fábio M. Barreto é escritor e roteirista. Baseado em Los Angeles, nos Estados Unidos, atua como criador de conteúdo multimídia, mentor literário e é escritor premiado e com vários bestsellers na Amazon.com.br. Criador do podcast "Gente Que Escreve" e dos cursos "Escreva Sua História" e "C.O.N.T.E. - Curso Online de Técnicas para Escritores".

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15 comentários sobre “Gente Que Escreve 034 – Muitas Vozes, Duas Mentes, Uma História (ou, Fragmentado)

  1. Olá Rob e Barreto. Sobre um personagem com várias personalidades o interessante não é o leitor não sacar que é a mesma pessoa, pode ser que ele se sinta enganado por não obter pistas suficientes… Creio que o ideal (e é o modo de como eu escrevo) é viajar pela mentalidade do sujeito, assim o leitor fica mais interessado nos dilemas do personalidade maluco, nada melhor do que narrar em primeira pessoa neste personagem. Mas claro que deve existir muita pesquisa na área da psicologia pra formar um personagem deste modo, no entanto seria a minha escolha.
    Colocar no ponto de vista de um terceiro acho bem comum; querer surpreender pela falta de descrição… Ao menos na minha opinião.
    Adorei o podcast, ouço todos e suas dicas e pontos de vista são muito úteis.
    Abraços!

  2. Parabéns por mais um ótimo episódio!! Sempre dinâmico, divertido e cheio de aprendizado.

    Como o espaço também é para críticas, tenho uma:

    Por que vocês nunca recomendam nada de outros escritores, outros sites, outras ferramentas, enfim, outras indicações??

    Esse Links Recomendandos tooooda semana tem mesmas coisas: os trabalhos de vocês. Vocês não lêem nada que os interessa? Não tem nenhuma obra de autor brasileiro pra colocar lá, ou site, ou canal do Youtube, ou blog, ou artigo… ? Claro, o site e o podcast são de vocês, e têm mais é que fazer jabá mesmo, mas caramba…

    Vocês falam bastante de literatura, divulgação, trabalho independente e tal, mas não leem nada desse meio no Brasil que vale dar uma menção semanal?

    PS: onde estão os livros do Barreto na comunidade norte-americana? Naquele link do Goodreads só tem os brazucas.

    Abç!!

    1. Oi, Luke:

      A gente sempre recomenda, durante o programa. Às vezes eu esqueço de colocar os links.

      Sobre autores nacionais: acho que nem eu, nem o Rob, temos lido muita coisa nacional. Acho que não temos muito tempo para ficar vendo YouTube tmb, mas posso estar falando muito por ele. Quase nada do YT brasileiro me interessa. Então, não acho que exista envolvimento nosso com esse material para recomendações semanais. Ossos do ofício, escrevemos mais do que consumimos, infelizmente.

      Se eu prometi algum link no programa, me avisa que eu coloco. Esqueço. hehe

      É por isso que queremos criar uma comunidade, existem centenas de links de textos de escritores/ouvintes nos comentários dos programas. Essas são nossas recomendações! As criações de quem cria conosco! =D

      Acho que o texto do goodreads não está muito claro. É, basicamente, “meus livros naquela comunidade”, não “meus livros em inglês”. Não tenho nada publicado em inglês dentro do narrativo. Meus roteiros não estão publicados.

  3. Muito legal o programa, como sempre.
    .
    Achei muito ousado o Barreto se dispor a comentar o assunto sem ter visto o filme. Pudemos ter acesso à criatividade em sua forma bruta sobre essa estrutura, sem a “contaminação” pelo que o outro autor tinha feito. Gostei muito.
    .
    Esses dias concluí uma leitura que estava arrastando há um tempo. O cemitério de praga, de Umberto Eco. Coincidência ou não, nesse livro ele tem justamente um personagem com duas personalidades. A estrutura escolhida por ele foi alguns capítulos em primeira pessoa (uma para cada personalidade) e alguns em terceira, sendo que essas personalidades conversam entre si e se apresentam ao leitor por meio de escritos em um diário. Olha… Sinceramente, deu muito trabalho para não perder o fio da história, e só tinha duas personalidades falando. Tanto é que, no filme, apesar de ser anunciado que o protagonista tem 23 personalidades, ele só dá conta de mostrar umas cinco ou seis, e com o ator fazendo um grande serviço. Voltando ao livro, ele é tão confuso, que, no final, o próprio Umberto Eco apresenta um guia com a ordem em que os capítulos devem ser lidos para que tudo fique mais coerente e com linearidade temporal. Enfim, quem tiver paciência e quiser ver como funciona essa estrutura da “multipersonalidade” em um texto, fica a indicação.
    .
    Forte abraço aos colegas escritores! 🙂

  4. Ótimo cast! É muito bom ver vocês voltando ao estilo clássico do programa , com essa pegada mais criativa (mão na massa) do que conceitual.

    Trabalhar com múltiplas vozes é uma tarefa extremamente complicada, mas o projeto de vocês é uma ideia excelente porque tendo 24 narradores, ao leitor a diferença será significativa e natural, assim como o trabalho do escritor não precisará ser absurdo.

    Há alguns anos eu tive uma ideia de história de romance policial em que os narradores seriam os objetos envolvidos na cena do crime e cada capítulo teria um narrador diferente. Mesmo tendo todo o roteiro amarradinho a coisa saiu dos eixos porque em determinado momento meu conhecimento técnico de certas áreas não tornava certos narradores especializados ou que teriam uma visão muito técnica da coisa como convincente. Por exemplo, no começo da obra eu narrei (em primeira pessoa) uma voz como se fosse uma mulher de meia idade abandonada pelo marido e no final do capítulo ela se revela como sendo a arma do assassino abandonada (por outra arma), nisso o leitor passa a entender melhor a história e encontra a relação metafórica de mulher traída. Nos capítulos seguintes eu também me sai bem usando outros objetos pra narrar, mas quando chegou alguns “instrumentos médicos” eu como leigo em medicina não consegui escrever bem e nem foi possível ser mais vago como aconteceria numa narrativa em terceira pessoa.

    Por isso tudo que a ideia de vocês é excelente, cada um que participar da escrita poderá ter domínio total de sua voz, imprimir seu conhecimento específico, dentre outros elementos que não tornarão a personagem artificial.

  5. Feliz por (finalmente) conseguir acompanhar a volta do podcast (o melhor de todos e não por ser o único, rs!) e também por poder comentar (tive problemas inexplicáveis com a conexão via wordpress e instalei outro navegador)! Cada programa a gente aprende algo novo e estimulante! Vou registrar aqui o meu compromisso de escrever em breve, um post de divulgação (minha forma de contribuir) lá no meiotexto; blog pessoal… enquanto junto algumas moedas para comprar os livros de vocês lá na amazon! Sucesso sempre Rob e Fábio (obrigado pelo podcast)!

  6. Bem legal a ideia do livro com muitas mãos… mas um porém: (e isso também surge no filme). No filme não aparece todas as personalidades, mesmo porque o objetivo não é esse. A estoria é outra. Talvez isso seja um problema para o livro: escrever algo com 23 personalidades e todas falando (dando voz a todas) pode gerar um “overused” de um recurso narrativo. Claro, como foi mencionado dentro do programa, cada qual tem que ter uma finalidade dentro da narrativa.. ok. Isso pode resolver. mas ainda corre o risco de ser “overused”. Como Fabio Barreto disse, as multipla personalidade poderia ser o plot twist, mas pensem: talvez isso seja usado na sinopse e nos argumentos de venda do livro. Algo como: é um livro onde o personagem sofre de multiplas ´personalidades.. e bum.. mata o livro (ou melhor mata o plot twist)! portanto deveria-se pensar numa sinopse com apelo mercadologico que fuja desse plot twist. OU pensar nessa tematica de multipla personalidade e dar um outro plot twist.. do tipo uma das personalidades é a vitima do sequestro (sei lá)… Ou uma das garotas dentro da cativeiro é uma das personalidades, as outras duas são vitimas.. e faz um jogo de cena. Um entra e sai. cativeiro com varias salas de confinamento (se é que a estoria seria sobre sequestro!)… enfim, só estou divagando! Gostei da ideia e, se me permitem, vou participar da seletiva. Abs.
    um ps.: concordo em não atribuir mais de um elemento estranho na estória. mas a estrutura narrativa pode refletir a temática. Uma estoria desfragmentada (não linear, talvez) reforça o tema – e não fugindo dele.

  7. Mais um cast para ouvir muitas e muitas vezes. O incrível é que nesse episodio teve de tudo: aula, criação, bate papo sobre escrita e projeto. Teve tudo isso e surgiu de forma natural. Nem é preciso falar que os elogios são mais que merecidos.

    Admito que quando ouvi a premissa 23 vozes em um único texto, já fui pensando ” É impossível”. Na primeira fala do Barreto ele quebrou as minhas pernas. Não vou descrever o que foi falado (Spoiler) mas é algo tão simples e genial.

    Tentando contribuir de alguma forma e também buscando algum alicerce para começar a escrever, faço as seguintes perguntas:
    Qual o cenário e a época em que a trama se passará? Haverá uma quantidade mínima e máxima de palavras para a construção do capítulo?

    1. Fala, Rodrigo! Aqui é o Editor! hahahahahaha

      Meus trabalhos editados do gênero você acha pelo SoundCloud (https://soundcloud.com/contadordehistorias) qualquer coisa é só entrar em contato pelo e-mail (contadordehistorias@tomtomsemitom.com // danilo.batt@gmail.com) ou algumas das redes sociais por ai. Como o Barreto disse, é só clicar ali no meu nome que vai pro meu twitter também (:

      Abraço 😀

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