Gente Que Escreve 028 – Roteiro de HQ

O Rob Gordon escreve roteiro de HQ há alguns anos e o Fábio M. Barreto sempre quis entrar na dança. Então, nada melhor que aprender com um mestre vencedor de vários troféus HQ Mix, não é mesmo? Nessa entrevista-tutorial da mentalidade de quadrinhos, a dupla do Gente Que Escreve conversa sobre técnicas de HQ, como trabalhar em equipe, como escrever para o ilustrador, como encarar o trabalho em conjunto e, claro, como organizar aquela sua história fantástica no formado de Will Eisner, Alan Moore e Maurício de Souza.

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Fábio M. Barreto & Rob Gordon

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Danilo Battistini

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LINKS RECOMENDADOS

C.O.N.T.E. 2 – Oficina Literária de Escrita Criativa
E-Books do Barreto na Amazon – Horror, FC & F, Suspense e mais!
Filhos do Fim do Mundo – romance premiado do Barreto.
Terapia – HQ premiada do Rob Gordon
O Dia em que a Inspiração Apareceu – Conto do Rob Gordon na Amazon.
Championship Vinyl – Blog do Rob Gordon.
Championship Chronicles – Blog de Crônicas do Rob Gordon.
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Sobre 

Fábio M. Barreto roteirista e diretor de cinema e TV. Baseado em Los Angeles, nos Estados Unidos, atuou como criador de conteúdo multimídia, mentor literário e é escritor premiado e com vários bestsellers na Amazon.com.br. Criador do podcast "Gente Que Escreve" e dos cursos "Escreva Sua História" e "C.O.N.T.E. - Curso Online de Técnicas para Escritores".

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24 comentários sobre “Gente Que Escreve 028 – Roteiro de HQ

  1. Eu adoraria que o desafio da semana retornasse. Quando eu conheci o podcast, já haviam alguns programas, então eu ouvi desde o primeiro, mas nunca cheguei a acompanhar o podcast de acordo com os lançamentos. Então nunca tive a chance de participar. Eu gosto muito de escrever e creio que seria um ótimo exercício para praticar.

      1. Falaram sim, inclusive nos seus videos do CONTE você falou também. Só acho que um programa voltado pra esse tema de forma mais aprofundada seria muito legal. algo meio que filosófico com uma proposta de reflexão para os leitores e aspirantes a escritores. Mas é só uma sujestão, todos os podcasts que vocês lançam são excelentes. Estou ansioso por mais rs

  2. Quando o Gente que Escreve chegou aos meus ouvidos, já estava quase entrando no primeiro hiato. Eu escutei desde o primeiro e quando alcancei vocês, veio a pausa. Pareceu combinado. Não cheguei a participar dos desafios. Mas eles instigavam. Eram a maneira que eu encontrava para ter o que escrever. Um compromisso. Mesmo que ninguém fosse ler. Mas eu queria estar junto com todos, e não participar de desafios já terminados. Pra mim, eles nunca foram sobre o Rob e o Barreto dar pitaco. Eles eram a maneira de exercitar a escrita, se atentar às dicas. Se ninguém lesse, o importante era a coisa estar ali. Claro, se houvesse um retorno de opinião, seria excelente, melhor ainda se fosse dos hosts! Mas não era o principal. O exercício, a criação, seguir o desafio… Era sobre a emoção. Eu nem cheguei a participar e me arrepiava pensando o que poderia ter escrito!
    Então, sim, os desafios devem voltar.
    Pegando no coração do programa agora, proponho algo maior: já que a inspiração do GqE é o Script Notes, o Fabio e o Rob podem fazer algo parecido com o Three Page Challenge. Uma periodicidade que seja mensal ou bimestral. Selecionar, na sorte mesmo que seja, 3 contículos (ou menos, ou mais. Quantidade de palavras a definir) e descer a lenha num programa. “Tá legal por isso e por isso. Não está por causa disso e disso.” Que é o que o Craig e o John fazem em alguns programas cuja periodicidade eu não sei.

    O Gente que Escreve é demais! Um puta podcast pra quem quer escrever. Isso nos instiga a escrever. Eu sei que ambos são ocupados pra dedéu, mas se pegar que seja um texto de alguém aleatório por mês ou a cada dois meses, creio que dê pra fazer. Isso não é algo do tipo “avalia isso aqui de graça”. Não. É participação do público. É o que o Gente que Escreve tem implícito por ter se inspirado no Script Notes. Sugestão: pegar texto de quem apoia no Apoia.se! Olha aí! Acho que casa!

    Bom, vcs são demais, o podcast é foda. É importante pra caralho e pode se tornar representativo no Brasil!

    Grande abraço!

    1. Adorei as sugestões, Igor. Entretanto, algo me chama a atenção, uma vez resolvemos “descer a lenha” num texto e causou alguns problemas, o autor se sentiu ofendido e tal.
      TALVEZ se fizer com ouvintes, ou apoiadores, a relação mude… Talvez. Vamos analizar! 😀

      Ótima ideia! Valeu!

  3. Olá, voltem com o desafio semanal, por favor! Confesso que não sou um profissional como vocês, mas sempre tive paixão pela leitura e vontade de escrever, mas minha timidez nunca deixou minhas ideias irem para o papel (ou para o word), o programa de vocês me ajudou muito e me desperta uma vontade grande de escrever, prometo me esforçar ao máximo para participar caso o desafio volte.
    Eu também queria deixar uma sugestão, o que acham de criar um grupo no Facebook para os ouvintes? Dessa forma a gente poderia postar os textos do desafio lá, receber um feedback de um jeito mais fácil e aproximar mais a comunidade do gente que escreve.
    Enfim, é somente isso que eu queria deixar de sugestão, mas também queria aproveitar a oportunidade e agradecer a vocês pelo programa, vocês são ótimos e eu sempre vou correndo ouvir quando tem um após ódio novo, um abração pra vocês dois (e pra “membra”) <3

  4. Salve Barreto, Gordon, membros e membras (rs)!

    Nunca me interessei em escrever roteiros para quadrinhos, mas mesmo assim gostaria de parabenizar pelo cast porque ele me ajudou não apenas no processo criativo da Sci Fi que estou escrevendo, como também porque agora eu entendo um ponto na visão do Barreto de que eu sempre discordei.

    Como um leitor que sempre preferiu um estilo de literatura mais tradicional (autores mais antigos) eu nunca concordei com os comentários de que descrições longas são prejudiciais ao texto. Nunca aceitei o conselho de que só deveríamos escrever o necessário porque atualmente esse tipo de escrita está datado (como historiador não poderia discordar mais). No entanto, os exemplos de descrição de cenas nesse último programa (sobre dizer muito com poucos recursos) me fez repensar algumas coisas sobre meu estilo e mesmo mantendo essa linha mais descritiva eu percebi que ao invés de descrever o que poderia resultar desinteressante ao leitor contemporâneo, seria muito mais interessante usar minha paixão pelo detalhe para expor apenas elementos externos que acrescentam algo ao lore daquele mundo fictício.

    Exemplificando essa relação, em determinado momento eu queria descrever uma cena com veículos em locomoção e ao invés de simplesmente descrever a tecnologia e a estética deles, transformei a simples ação de movimento de um drone em algo que simbolicamente carrega outros significados mais humanos numa camada interna da própria sociedade em que a personagem está inserida.

    Enfim, obrigado pelo ótimo programa.

      1. É que eu realmente tinha entendido outra coisa.

        Por falar nisso recomendo a quem se interessar sobre como descrever grandes e belos segmentos em favor do universo da obra o ótimo “As Cidades Invisíveis” de um escritor italiano chamado Ítalo Calvino. O livro tem uma história bem simples e sem grandes reviravoltas, mas com descrições belíssimas baseadas em elementos mais subjetivos e introspectivos.

    1. As críticas aos textos de estilos com “descrição hardcore” geralmente batem mais na tecla da questão da relevância de alguns elementos de descrição para a história como um todo.
      ´
      É uma observação bastante pontuada em matérias sobre escrita e pelo menos até onde eu consegui filtrar, a maioria trata do excesso, do supérfluo, ou do excesso do supérfluo, não do ato de descrever muito ou pouco por si só.

  5. Resolvi retornar a ouvir GENTE QUE ESCREVE e por coincidência o programa trata justamente de algo que estou fazendo atualmente: escrevendo para uma HQ! Nada melhor do que unir o muito útil ao muito agradável! 😀

    O bate papo foi bem produtivo e adorei a referência de HQ para ler, me interessei muito em acompanhar TERAPIA. Mas esse episódio de GQE poderia ter um cadinho mais de conteúdo técnico. Claro, ainda tive uns bons insights conhecendo o modus operandi do R. Gordon! Mas quem sabe o tema não renda mais um episódio?

    E como este comentário é um retorno para acompanhar o programa, os desafios semanais seriam muito convenientes. SIM. Porque o desafio faz com que o ouvinte continue ligado no que foi passado de uma forma não apenas pela lembrança, mas de modo que arregace as mangas e ponha o papel porque afinal, é o sentido de tudo isso! 😀

  6. Eu apoio o retorno dos desafios. É uma ótima maneira de dar um empurrão nas pessoas (como eu), que querem escrever, mas pelos mais variados motivos tem medo.

    E queria deixar uma dica de livro sobre HQ que é o “Quadrinhos e Arte Sequencial” do Will Eisner; que fala também sobre roteiros também. Existe uma edição nova e atualizada (que é mais cara) e as antigas ou usadas (bem mais baratas), um excelente material de um grande mestre.

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