Jogador Número 1

Gente Que Escreve 014 – Jogador Número 1 e Ernest Cline

Bem-vindos escritores, amantes da literatura e do entretenimento!

A ficha já rolou para dentro da máquina, os dedos descansam agitados sobre os botões e a outra mão testa os movimentos do manche com uma bolinha no topo. A mensagem na tela é clara: Pronto Jogador Número 1?

Apertamos o botão de Start nessa edição do Gente Que Escreve e analisamos “Jogador Número 1” (Ready Player One), de Ernest Cline, pelo ponto de vista técnico, criativo e redacional. Muito além que a nossa opinião sobre o livro, tentamos entender os elementos que o transformaram num sucesso e que nos cativaram. Sim, gostamos e isso não é segredo, mas o importante é entender a estrutura desse livro-jogo retro e altamente contemporâneo.

O jogo começa agora!  Aperte o PLAY e entre nessa com a gente!

Gostou do podcast? Faça uma avaliação lá na iTunes Store e recomende para os amigos! Ainda temos muito a crescer e tudo depende de você! =D

APRESENTAÇÃO

Fábio M. Barreto & Rob Gordon

EDIÇÃO

Fernando Barone

MÚSICA TEMA

Daniel Bellieny

Arte da Capa e Logotipo

André Zuil

LINKS RECOMENDADOS

Jogador No. 1 – Livro Físico
Ready Player One
– Audiobook narrado por Will Wheaton
Texto do Rob sobre Zumbis
Championship Vinyl – Blog do Rob Gordon.
Championship Chronicles – Blog de Crônicas do Rob Gordon.
Filhos do Fim do Mundo – romance premiado do Barreto.
Amazon – e-books do Barreto
Escreva Sua Históriacurso de literatura contínuo, e gratuito, do Barreto
CONTE – Curso Online de Técnicas para Escritores

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SUGESTÕES, CR͍TICAS E DÚVIDAS

Envie e-mails com “Gente Que Escreve” na linha de Assunto para: fmbescritor@gmail.com

Sobre 

Fábio M. Barreto roteirista e diretor de cinema e TV. Baseado em Los Angeles, nos Estados Unidos, atuou como criador de conteúdo multimídia, mentor literário e é escritor premiado e com vários bestsellers na Amazon.com.br. Criador do podcast "Gente Que Escreve" e dos cursos "Escreva Sua História" e "C.O.N.T.E. - Curso Online de Técnicas para Escritores".

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19 comentários sobre “Gente Que Escreve 014 – Jogador Número 1 e Ernest Cline

  1. Ai meu Deus!!! Tanta coisa pra comentar que nem ao menos sei por onde começar.
    Vocês tocaram em um assunto que eu tinha comentado no cast passado: escrever em primeira pessoa. E eu não tinha me atentado que oo personagem mencionar algo sobre elemento “x” acontecia a troca de “pessoas” – da primeira para a terceira. – E eu realmente acho que isso funcionou muito porque na minha cabeça isso é primeira pessoa: você falar sobre si, pensar sobre assuntos e explicar algo pra inserir o leitor no mundo. E quando seu personagem diz: “Senta aqui que eu vou te contar uma história sobre o assunto Y”, ele simplesmente cria toda a atmosfera, todo o encantamento e a ligação personagem + leitor.
    Boa parte da minha vida eu escrevi em primeira pessoa. Sempre gostei de mostrar o cenário e convidar o leitor a conhecer a a cena. Mas, curiosamente, uqndo decidi sair da FanFic e escrever o romance de verdade, descobri que escrever em primeira pessoa te dá uma sensação indescritível. Quando seu personagem conta a história, ele vai ter a liberdade de “brincar” com leitor. Ele pode ser um personagem filho da puta, mas que mascara quem ele é até o último minuto. Da mesma forma, que ele pode começar a narrativa dizendo que é garanhão, o fodão e, no final das contas, ele acaba se abrindo, mostrando quem ele é no seu íntimo. Outra coisa que é maravilhoso ao escrever em primeira pessoa, isso quando bem escrita, é você criar vínculo, você ser pego emocionalmente. Quando o escritor entende que primeira pessoa nada mais é do que você confessar sentimentos e ideias de modo vasto, com uma série de sensações, emoções, convívio e enredos de outras pessoas que afetam a vida do protagonista, juro pra vocês, não tem como o enredo não funcionar.
    Só que obviamente tem a parte complicada de se escrever em primeira pessoa. Seu personagem conhece apenas aquilo que ele vivenciou, aquilo que ele viu e,em alguns casos, aquilo que o outro personagem contou a ele. E isso é extremamente complicado quando você escreve. O autor sabe absolutamente tudo, mas personagem não. E acho que isso gera um conflito fodido. Quando eu comecei a escrever em primeira pessoa, uma das coisas que me questionei muito foi: “O que o meu personagem sabe? O que ele conhece?”. E é engraçado como a partir do momento que perguntei essas coisas, eu passei a perguntar uma série de outras coisas: como meu personagem via o mundi, como ele se relacionava com as pessoas e, sobretudo, como a opinião dele sobre outro personagem vai mudar ao decorrer da trama e como isso vai acontecer.
    Acho que o ponto principal, que mais martela a minha cabeça é a seguinte: O autor não correu pra escrever o livro. Enredos bem construídos não são escritos em um piscar de olhos. Bons enredos levam tempo, demandam pesquisas, demandam entendimento. E aí a coisa pega. Se você não questiona sua própria obra, se você não questiona todos os pontos cruciais pra sua trama – além das subtramas – como fazer algo bom?

    1. Sou de 1988 e peguei toda a cultura de 80 requentada – os anos 90 foram umas marmitas – vi todos os clássicos e tal. Eu me senti familiarizado com o livro e as referências, um jogador casual por assim dizer. Não adivinhei nada, só acompanhei, acompanhei bem. Sobre as referências eu penso que no mundo hoje é difícil fugir delas, as pessoas não costumam ter paciência com algo novo, experimental de fato, e em nossa cultura de hiperlink o entendimento fácil é a chave da visualização (talvez, felizmente, não da qualidade).

      Em dado momento o livro cita Kurt Vonnegut – o nome da nave, se não me engano – um grande escritor e que merece um cast próprio até.

      Bom programa.

  2. Ótimo cast, como sempre! É algo interessante de se fazer quando estivrem com alguma falta de pauta sei lá, pegar os livros que gosta e dissecarem cada um a sua maneira, a forma como foram escritos. É sempre uma grande lição.

    Outra coisa interessante, acho que divulgar o Gente que Escreve no Wattpad pode dar um retorno bacana, muitos escritores iniciantes alí vão aprender de mais com as dicas e os assuntos tratados.

    Eu só tenho 13 seguidores, não posso fazer muito aushauhsaus. mas vou deixar minha recomendação para os que aparecerem.

  3. Estou passando aqui apenas pra deixar um agradecimento por esses podcasts, atualmente estou completamente sem tempo para escrever, mas espero em breve começar os contos que venho desenvolvendo, por enquanto, apenas em minha cabeça. Assim que possível pretendo também fazer o curso do Barreto.

    Muito obrigado, vocês estão me ajudando, não apenas com as dicas, mas também como incentivadores para que eu não abandone essa minha vontade de escrever.

    Agora aproveitando, hehehehe quero deixar duas perguntas.

    1- Como se sentem em relação a palavrões em livros, aqueles realmente pesados? Mesmo que o personagem seja do estilo desbocado, me sinto pouco a vontade de colocar qualquer um em no meu texto.

    2- Como neste podcast se falou muito de terceira e primeira pessoa. Sempre quando estou pensando sobre o conto que pretendo escrever, o personagem surge em primeira pessoa, naturalmente. Mas existe uma cena necessária para a história onde ele não está presente e não tem conhecimento de como ela ocorreu. Então, não poderia narra-la. Seria muito estranho um conto com prólogo, mesmo que curto? Assim poderia descrever essa cena em um prólogo em 3a pessoa e o restante em primeira. Ainda não tenho ideia de quantas páginas poderá ter o conto.

  4. Olá, Barreto, Rob, e escritores de plantão nos comentários
    Quero falar um pouco sobre minha experiência lendo Jogador Número 1, mês passado. Tenho 17 anos, e sou parte dessa geração que só conhece essa cultura dos anos 80 como referências. Nesse ponto, minha leitura foi exatamente como o Barreto prevê: Não me senti um jogador, mas um expectador da trama. E m muitos momentos, isso foi agradável, e me levou a conhecer muito mais da cultura dessa década. Fui assistir “Curtindo a vida adoidado” e “Clube dos Cinco” , “Em busca do cálice sagrado”, e ouvi “2112” do Rush.
    Por outro lado, essa imersão parcial de alguém que não é o foco do livro também gerou seus atritos. O principal foi justamente na pista sobre o Rush. Se para você, Barreto, a descoberta sobre o álbum da referência veio antes do personagem, para mim, ela veio só quando o Wade a citou. E isso foi um dos conflitos na minha experiência. O Wade tornava-se o personagem destinado a responder todas as perguntas, com respostas que eu não esperava que ele tivesse, e que vinham como um coelho tirado da cartola, para resolver todos os problemas. É claro que o livro sugere que ele sabe TUDO sobre os anos 80. Mas para quem não viveu isso, esse “tudo” é só um grande vazio, a ser preenchido de acordo com a conveniência da narrativa, com a referência certa.
    Agora, sobre o narrador. Amo histórias em 1ª pessoa. Entendo que nelas, o grande conflito não é o que ocorre fora, mas dentro da mente da personagem, em como os acontecimentos e vivências externas vão mudando a perspectiva do protagonista sobre o mundo. Concordo que alguns autores exageram nos “EU EU EU”, com personagens que narram suas vidas tal qual vloggers de Youtube (da pior qualidade). Mas protagonistas como Holden Caulfied, em “O apanhador no campo de centeio”, Bentinho em “Dom Casmurro”, Cassel Sharpe, em “Gata Branca”, e até mesmo a Katniss, em ” Jogos Vorazes”, demonstram para mim o imenso potencial da 1ª pessoa em trazer os conflitos da história, não nas explosões ou confrontos mortais com os inimigos, mas com os pensamentos e decisões conflitantes na mente dos protagonistas. Além de ser, para mim, a pessoa que mais aproxima o leitor do personagem. Afinal, todos vivenciamos o mundo em 1ª pessoa.
    E eu senti falta disso no “Wade narrador”. Esse estilo de narração em 1ª pessoa me fez sentir falta de ver a evolução do pensamento do personagem. O Wade que narra seria de depois da história, e pelo que ele vive na narrativa, era pra ter amadurecido muito enquanto pessoa. Mas ele não demonstra isso na narração. Ele fala de tudo sem sentimento com seu próprio passado, e sem nenhuma reflexão, nem mesmo sobre a própria validade de sua memória. As únicas emoções que ele demonstra em relação ao seu passado são autopiedade e orgulho.
    Ouvindo vocês, percebi que talvez meu problema fosse exatamente a expectativa sobre o tipo de 1ª pessoa que estou acostumado, e gosto. Se avaliasse a narração desse ponto de vista de ser um misto de 1ª e 3ª, tiraria melhores lições dela. De qualquer forma, foi muito agradável ler o livro, discuti-lo com minhas amigas que já o tinham lido, e agora completar a discussão com vocês, grandes mestres escritores.

    Já me alonguei demais. Como um último adendo, só diria ao Rob que discordo dele sobre minha geração ser homogênea, mas deixo essa discussão pra próxima. Esse é o terceiro episódio do Gente que Escreve que escuto (ouvi os 2 primeiros, e pretendo maratonar os demais), e fico muito feliz de ter encontrado mais essa ferramenta para me guiar no inicio de minha escrita.

    Que venham muitas histórias para todos nós!

  5. Fala ae pessoal que escrivinha! Aproveitei que estava com a cabeça cansada de escrever o romance, e decidi encarar o desafio da semana, para refrescar a mente. Se era pra mandar por e-mail, me desculpe =D.

    As guitarras de Blackened começam baixinhas, e devagar foram ficando mais altas. Azogue sentiu a pressão aumentar nos fones de seu walkman enquanto preparava o espírito para o desafio. Após anos confinado, o garoto finalmente conseguira se livrar das barras que o manteve confinado por tanto tempo. Sair era só o começo do árduo caminho até a sonhada liberdade, mas tinha de tentar.
    Subiu na cama de cimento em que dormira por tantos anos, antes de passar para o outro lado, deu uma última olhada para as paredes rochosas e para as barras no chão.
    Adeus!
    A diferença entre a vida e a morte eram de poucos centímetros, estava à beira do precipício e o chão de pedra lá embaixo não significaria outra coisa senão a morte certa e dolorosa.
    Os primeiros acordes de And Justice for All começavam a invadir seus ouvidos quando alcançou a janela da cela ao lado da sua. Uma prisioneira parecia bem à vontade escrevendo e balançado as pernas ao som de algo terrível em seus fones, o garoto não nutria simpatia por ela. Uma conformada com a situação em que se encontrava, Azogue jamais seria igual. Avançou engatinhando, invisível aos olhos da prisioneira.
    Justice is lost
    Justice is raped
    Justice is gone
    A janela seguinte era bem iluminada por tochas amarelas penduradas no teto, não haviam grades, Azogue não pensou duas vezes, entrou. Desceu a curta escadaria da prisão, tirou um dos fones do ouvido, sentia a aproximação dos guardas. Se esgueirou com as costas na parede quase sem respirar, se o pegassem ali, voltaria para sua cela e se certificariam que jamais saísse de novo. Um dos guardas cozinhava, o cheiro de carne humana fez Azogue desejar arrancar o próprio nariz. Passar por aquela entrada era a única maneira de alcançar a porta dos fundos, o fugitivo respirou fundo, o guarda cantarolava Elton Jhon, distraído. Esperou que se virasse, demorou, e quando o fez o menino pulou, passou feito um fantasma, só não contava com os sentidos apurados do cozinheiro.
    – Amor? – Azogue prendeu a respiração.
    – Fala. – Respondeu outra voz igualmente maligna da sala ao lado, pareceu o bastante para a cozinheira se acalmar.
    O fugitivo disparou ao som de Eye of The Beholder, estava perto agora. Algum desleixado deixou a chave da porta pendurada na parede ao lado, Azogue a pegou sem fazer barulho e poucos segundos depois, estava às portas da floresta proibida. As armadilhas eram muitas e mortais, a começar pela grande besta que veio correndo com os dentes amostra. Felizmente o fugitivo estava preparado para a fera e utilizou de uma arma mortal para neutraliza-lo, o pato. Retirou o objeto de plástico do bolso direito (no esquerdo estava o walkman) e o apertou suavemente por duas vezes para que a arma emitisse um som hipnotizante, jogou o pato dentro da prisão e a fera adentrou derrubando vasos decorativos no caminho e se esquecendo do fugitivo. Azogue adentrou a floresta.
    A liberdade estava após um enorme lago com três jacarés à espreita. Pareciam famintos por que abriam e fechavam a boca com certa regularidade. Azogue conseguia escutar gritos vindos de dentro da prisão e a pobre fera sendo enxotada para fora com o rabo entre as pernas, logo os guardas viriam.
    Azogue esperou o primeiro jacaré fechar a boca (não fazia ideia do porquê todos abriam e fechavam ao mesmo tempo), pulou. O jacaré quase afundou, não o fez, tão pouco podia abrir a boca com o fugitivo em cima, o menino sequer o sentia tentar. O garoto olhou para a água, se caísse, seria o fim. O jacaré seguinte abriu a boca com centenas de dentes, Azogue sentiu medo. A metralhadora de One começava a perfurar seu ouvido quando o fugitivo pulou para o segundo jacaré.
    O mundo parou. O fugitivo ouviu seu nome numa voz esganiçada.
    – Azogue!
    A magia se desfez quando errou o segundo jacaré e sentiu a água começar a entrar em seu nike. James Hetfield mal havia começado a cantar seu maior clássico quando parou. O walkman e a fita cassete jamais voltariam a funcionar.
    – O que você está fazendo? – O vigia cozinheiro, agora transformado em sua mãe, estava furioso, os olhos apertados e a fala pausada não diziam nada diferente. – Por onde você saiu? A porta do seu quarto estava trancada.
    Azogue olhou para a janela aberta no segundo andar, pegou o walkman do bolso e viu o estrago que havia feito. A fera, agora um felpudo poodle, de nome Tobi o encarava animado com o pato na boca, louco para pular na piscina também e brincar com o dono. Os jacarés continuavam a boiar, e a aventura chegara ao fim para o pobre menino que possivelmente, ficaria o resto do ano sem jogar Atari.

  6. Olá, me chamo Bárbara Damiani e sou recém formada em Produção Audiovisual, logo tenho muito mais facilidade em contar histórias em formato de roteiro e até mesmo quando escuto/leio livros tenho uma mania em pensar como isso seria adaptado, seja para um audiodrama seja para um longa, curta etc. gostaria de saber qual a opinião de vocês quando o assunto é adaptação de livros para outras mídias.

    ps: Eu gosto muito de audiobooks mas percebi que quando o livro é em primeira pessoa eu tenho muito mais facilidade em ouvir ele inteiro sem me cansar do que livros em terceira, lógico isso depende muito do ator lendo a história mas o fator “primeira pessoa” ajuda muito.

    ps2: O audiobook de “Perdido em Marte” lido por R.C Bray é incrível, já ouvi as duas primeiras horas e estou amando, outro ótimo livro em primeira pessoa.

  7. O texto foi alimentado pela animação, uma vontade viciante de escrever, ideias malucas e envolvimento pessoal. Não tinha como dar outro resultado além dele ficar enorme.
    Além de piscina, Heavy Metal e pitfall. Tem desemprego, narguile, crise econômica, tesouro e um narrador que gosta de se intrometer na historia é conhece muito bem os personagens desta historia (diria até que já conviveu com eles)
    Para quem quiser ler
    http://www.kriguerkan.com.br/jogar/
    Agradeço pela atenção

  8. Nossa, eu estou super atrasada nos casts (ainda no 11). Agora vou ter que correr para ouvir todos logo e chegar nesse, porque adoro esse livro! Demorou para virar filme, não acham? Estou louca para ouvir o que vocês falaram sobre ele! E vai ser muito construtivo analisar um livro que já li! Sensacional, nem ouvi e já estão de parabéns! Abraços!

        1. Ouvi faz tempo e acabei não voltando! Estão de parabéns, mais uma vez. Até os episódios que
          não me interessam muito (ex.: o episódio sobre contos) foram sensacionais! Estou adorando acompanhar vocês!

          Vocês pretendem chamar mais escritores para alguns episódios? Seria bem interessante ouvir a opinião de outros escritores, e por que não de editores, revisores, e outros profissionais da área?

          Abs!

  9. Quando eu achei que tinha tomado vergonha na cara de ler o Jogador Número 1 para tirar os meses de atrasos pra ouvir esse programa… JÁ FAZ 2 ANOS.
    Infelizmente por questão de geração realmente acabei não entrar no jogo, mas a narrativa do Cline flui de um gente que irei resumir como: li as ultimas 100 páginas numa tacada só. E valeu muito a pena quase varar a madrugada.

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