Gente Que Escreve 013 – Dicas para Escritores por Stephen King e George R. R. Martin

Bem-vindos escritores, amantes da literatura e do entretenimento!

Você tem meta diária de redação? Gosta de fazer seus personagens sofrerem? Adora fazer aquela pesquisa histórica bacana para dar corpo a suas histórias? Fábio M. Barreto e Rob Gordon comentam as dicas para escritores dadas pelos mestres Stephen King e George R. R. Martin.

Concorda com elas? Faz diferente? Comente aí embaixo e participe!

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APRESENTAÇÃO

Fábio M. Barreto & Rob Gordon

EDIÇÃO

Fernando Barone

MÚSICA TEMA

Daniel Bellieny

Arte da Capa

Thiago Dalleck

LINKS RECOMENDADOS

22 Dicas de Stephen King para Escritores
LIVRO: “Sobre a Escrita”, de Stephen King
12 Dicas de George R. R. Martin
Championship Vinyl – Blog do Rob Gordon.
Championship Chronicles – Blog de Crônicas do Rob Gordon.
Filhos do Fim do Mundo – romance premiado do Barreto.
Amazon – e-books do Barreto
Escreva Sua Históriacurso de literatura contínuo, e gratuito, do Barreto
CONTE – Curso Online de Técnicas para Escritores

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SUGESTÕES, CR͍TICAS E DÚVIDAS

Envie e-mails com “Gente Que Escreve” na linha de Assunto para: fmbescritor@gmail.com

Sobre 

Fábio M. Barreto roteirista e diretor de cinema e TV. Baseado em Los Angeles, nos Estados Unidos, atuou como criador de conteúdo multimídia, mentor literário e é escritor premiado e com vários bestsellers na Amazon.com.br. Criador do podcast "Gente Que Escreve" e dos cursos "Escreva Sua História" e "C.O.N.T.E. - Curso Online de Técnicas para Escritores".

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5 comentários sobre “Gente Que Escreve 013 – Dicas para Escritores por Stephen King e George R. R. Martin

  1. Eu vou começar este comentário com o seguinte pensamento: Felicidade é algo que se constrói. É sentimento que vive no imaginário, que nos remete a uma série de emoções inalcançáveis. Um enredo que trata somente de felicidade, é algo monótono, perfeito, sem interesse. É a busca pela felicidade que move o ser humano. Da mesma forma, que o personagem segue a sua jornada do herói para encontrar o que procurava, ou descobrir que no final das contas aquele final era seu por direito.

    Quando eu comecei a escrever o meu romance, a primeira coisa na qual pensei foi: Eu quero escrever algo diferente, mas que me empolgue. Que eu consiga pegar elementos que adoro em livros, séries e filmes e possa transformar em algo só meu. E é engraçado como o mundo tá cheio de amostras de pequenas ideias que podem virar algo gigantesco. Às vezes, é uma palavra que um cliente seu falou. Outras, é o diálogo de Grey’s Anatomy, no qual dois personagens falam sobre suas vidas. Eu escrevi um romance mas, ironicamente, a frase que fez minha história tomar cor veio do livro Psicose. Encontrei ali uma frase que resumia totalmente a minha ideia: “Nós não somos tão lúcidos quanto fingimos ser.”. Toda a diversidade que constantemente nos bate a porta é o que impulsionará a nossa escrita, nosso enredo, nossos desfechos.

    Outra coisa que vocês comentaram e eu me identifiquei bastante, foi a respeito de pegar algo emprestado e treinar. Gente, hoje em dia existem várias plataformas pra você escrever FanFics. E treinar escrita escrevendo FanFics é algo espetacular. Eu sempre gostei de pegar u desfecho da Rowling – com Voldemort e os Comensais da Morte – e criar uma cena com eles, algo que sempre ficou na minha cabeça e como seria legal se ela tivesse escrito essa visão mais adulta. Mais tarde, descobri que satisfazer cenas bonitinhas enquanto brincava com os personagens da Suzanne Collins. Atualmente, eu gosto muito da minha escrita. Gosto como ela flui e adoro pensar que ela pode ficar ainda melhor, se eu pratico-la.

    Outro ponto que vocês comentaram e que me fez recordar o que passei no ano passado, trata-se da falta de interesse do leitor com os protagonistas do livro. Tive esse problema pela primeira vez na minha vida. Decidi ler um autor jovem nacional; Renan Carvalho. Ele escreve livros de fantasia, com toques de distopia. E tudo o que eu posso dizer a vocês foi o quanto me incomodei do início ao fim com o enredo. Enquanto lia, era como se eu estivesse me intrometendo na vida alheia, porque não sentia empatia por nenhum dos personagens. E, só para deixar claro, eu sou o tipo de pessoa crítica chata, que comenta o que tá achando da leitura. E, em um dos meus Tweets, o autor foi falar comigo porque queria entender o que estava acontecendo pra eu reclamar tanto. Ah, eu acho que ele fixou meio chocado com os meus questionamentos. Eu questionei a decisão do livro em primeira pessoa – ele respondeu que a Suzanne Collins fez o mesmo com a Katniss e deu super certo – Eu rebati o comentário explicando na minha opinião o que torna a personagem da Collins interessante, como a construção da Katniss nos atrai pela identificação. O autor não soube levar o discurso adiante. Disse também que faltou algo primordial, por se tratar de narrativa em primeira pessoa: pensamentos lógicos e fluidez de emoções. Disso isso porque em um parágrafo o personagem dizia o quanto queria sair da cidade, porque não quer ser medíocre quanto os habitantes. Mas, no parágrafo seguinte, ele diz que tem que se conformar porque é isso que ele vai fazer, ou seja, ficar na cidade, como todo mundo. Cadê a coerência???? Quanto às emoções, dizer que a menina é bonita, que ela tem um cheiro bom não faz com que eu goste de um casal. Esbarrar com a menina no meio da rua e passar a ficar com ela, é a coisa mais clichê do mundo! E todo mundo sabe que isso é pateticamente comum quando um personagem tem interesse no outro, visando segundas e más intenções. O que eu sei, é que o autor não soube me responder e quis bancar de bonzão perguntando: “Tô vendo que você escreve, qual livro publicou?” E eu, pra mostrar que não me sentia incomodada, muito menos encurralada, disse que passei 1 ano trabalhando em uma obra jovem adulta, que passei meses questionando ações, sentimentos, desfechos, ideias. Que em momento algum eu quis ser mais uma em meio à tanta gente. Que eu demorei porque me importei com cada uma das minhas tomadas de decisão, visando cada uma das perspectivas que abri pra discussão. Talvez eu não consiga um contrato. Mas, certamente, eu amo o que criei.

    Bom, de qualquer forma, era isso que eu queria relatar pra vocês. Esse programa foi sensacional!

  2. Ótimo programa!
    O livro Sobre a escrita do King eu já li, e vez por outra me pego voltando a algum trecho, por mais que os métodos dele sejam diferentes, as dicas são espetaculares.

    Já havia lido a maior parte das dicas, e vocês ainda deram as próprias opiniões sobre elas o que enriqueceu muito o programa.
    Eu descobri o cast a duas semanas, e estava ansioso por novos programas.

    Feliz 2016 =D

  3. Mais uma vez um excelente cast.

    Sobre esse cast, tive uma sensação engraçada e cheguei a uma reflexão.
    No começo, nos meus primeiros textos, anotava em um bloco de notas todas as dicas e qualquer conselho relacionado a escrita. Independente dá onde vinha ou de quem vinha. Ficava morrendo de medo de não seguir uma delas e um pensamento repetia-se na minha mente “Se deixar de seguir uma dessas dicas, terá o seu fracasso”.

    Depois de alguns anos de milhares de ideias, muitos rascunhos sem terminar o primeiro parágrafo e até que alguns textos, chego em um dos 31 dias de janeiro de 2016 e começo a ouvir o cast sobre dicas para autores. Conforme o cast avança, começo a receber as dicas dos escritores, dois deles conheço de convivência (Rob e Fabio) e os outros infelizmente só conheço através dos livros. O cast se encerra e tenho confiança para dizer “Aquele dica me serviu, agora aquela outra, não”.

    Aproveito para dizer uma dica que se manteve forte no cast: Devemos buscar sempre muitas dicas, usando todas elas ou não.

  4. Nunca diga pra alguém esquecer a sua estória se demorou mais tempo, como por exemplo um ano. Não existe uma regra, uma lei para escrever algo. A sua experiência não é boa quando você demora para escrever é por que você tem essa dificuldade, mas não diga publicamente para alguém esquecer a sua estória só pelo fato de estar demorando.

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