[PARTICIPE] Desafio das 3 Páginas

O Gente Que Escreve tem um quadro fixo no programa: Desafio das 3 Páginas, o nosso desafio literário. Nesses episódios, Fábio M. Barreto e Rob Gordon escolhem aleatoriamente um ou dois textos de ouvintes, leem em público e analisam o conteúdo.

Para participar, você deve seguir (e aceitar) as regras abaixo:

– Publicar o trecho ou conto (pode ser um pedaço de um livro, um conto independente, etc) em uma plataforma pública, gratuita e acessível tanto aos podcasters quanto aos ouvintes (Blog pessoal, Medium, Wattpad, etc).
Arquivos hospedados tipo Google Docs e etc, não valem. Tem que estar em uma plataforma pública… o objetivo aqui é fazer vocês entrarem no jogo, não se esconderem! =D

– 3 páginas é subjetivo. Então tá, aproximadamente 900 palavras, em corpo 11, e espaço 1,5.

– Publicar o TÍTULO, LINK e uma BREVE DESCRIÇÃO (1 linha) nos comentários abaixo, siga o modelo:

Título: Lugar Nenhum
Link: http://gentequeescreve.é.lindo.com
Descrição: Neil Gaiman inventa uma Londres Subterrânea e é legal para caramba.

– Caso seja Apoiador, insira [APOIADOR] após o título, assim:
Título: Lugar Nenhum – [APOIADOR]

– APENAS submissões publicadas AQUI serão aceitas. Se você já publicou seu texto em outro post do site, por favor, republique aqui para deixarmos tudo organizado. Se você ainda não foi escolhido, suas chances continuam.

– Publique APENAS uma vez. Repetições serão excluídas, reincidência coloca você na geladeira.

– As escolhas serão feitas aleatoriamente. Um ouvinte e um Apoiador.

– Essa avaliação é feita de forma gratuita e com a melhor das intenções por Fábio M. Barreto e Rob Gordon. Quem participa aceita as condições de ser criticado, ou elogiado (depende de você, não é mesmo?!), em público. Todos os comentários tem por objetivo MELHORAR a obra.

Boa sorte a todos, obrigado pela participação e divulgue para os amigos! =D

46 comentários sobre “[PARTICIPE] Desafio das 3 Páginas

    1. Olá Leonardo.
      Gostei muito do conto…
      Claro que é preciso uma revisão ortográfica e gramatical do texto, principalmente no que se refere às virgulas e pontos. Tem uma frase que ocupa metade de um parágrafo, algumas outras curtas que não tem vírgulas quando preciso (se for ler como se escreve fica sem fôlego).
      Poderia ter um aprofundamento do personagem; é casado, solteiro, divorciado? Mas de modo subentendido na fala do personagem. Se fosse pra dar um palpite seria “divorciado”.
      Abraços!

    1. Olá Fernando, reparei que confundiu o “há” com o “a” no primeiro parágrafo (“a pouco lhe dada”-há pouco) e no sexto (“a muito abandonadas”). Por outro lado, achei que algumas frases ficaram um pouco compridas. Em relação à história em si gostei bastante do final, muitos parabéns!

    1. Caro Marlon,
      Seu conto é denso, a escrita tem peso e o conteúdo é dramático o suficiente.
      Eu gostei do estilo. Se me permite um palpite aí vai:

      No filme As Confissões de Schmidt, em determinado momento o protagonista vivido por Jack Nicholson vai ao banheiro e ao invés de senta-se para urinar, ele o faz de pé. Neste momento ele se lembra que sua esposa o obrigava a sentar-se alegando que a urina espirrava e sujava o vaso. Ao fazer tal ato após sua morte, ele se sente livre de sua opressão: “Agora vou mijar do jeito que eu quiser”. Veja se e´possível encaixar tal elemento no final do seu conto, talvez com a cena do café. Algo do tipo: “De agora em diante tomarei café do jeito que eu gosto”.

      Sds

      1. Muito obrigado pelo feedback! Fico muito feliz que tenha gostado! Escrevi esse conto há muito tempo, inspirado por uma música, não tinha muita bagagem. Agora decidi intercalar a criação de novos textos com a revisão de alguns escritos antigos, para aplicar o que aprendi nos últimos tempos.

        Essa comunidade é sensacional! É muito bom receber feedback de quem também escreve!

    1. Olá Pedro, que texto tão instigante! Gostei, mas pessoalmente escreveria parágrafos um pouco mais curtos e algumas frases também. No último parágrafo uma ou duas palavras estão coladas (“nosresta”). Não consegui perceber muito bem qual o papel da mulher que o personagem viu, acho que ficaria mais interessante se eles interagissem um com o outro. Parabéns pelo texto

      1. Alexandra, muito obrigado por ter dedicado algum tempo ao meu texto! Com certeza vou pensar nestas dicas quando for escrever outro texto ou até mesmo corrigir esse… Em relação a mulher que aparece no texto, confesso que primeiramente só pensei em utilizá-la pra exemplificar aquela passagem temporal… Mas quem sabe, talvez, eu continue a história e eles se encontrem… Com certeza ela pode se tornar uma personagem mais interessante. Mais uma vez agradeço, você tornou um escritor amador muito feliz!

    1. Caro Mateus,
      Gostei muito do formato do seu texto. Muito envolvente e acho que essa era mesmo a sua intenção. Mas será que um formato desse se susenta num romance? Pergunto isso por que as vezes tenho ideias que considero boas para textos curtos mas não consigo transportá-las ou aproveitá-las nos textos mais longos. O próprio final do seu conto. Ele funciona perfeitamente num conto, mas será que caberia numa novela ou romance? Acho que seria no mímino corajoso terminar um livro dessa forma.

      Aproveitei seu texto para tentar tirar uma dúvida minha. Como dar esse salto de contos para romances? Fica aí a minha pergunta pra você e para a dupla Rob / Barreto.

      Sds
      Leonardo Carnelos

      1. Oi, Leonardo!
        Muito obrigado pelo teu teu comentário, fico feliz que tenhas gostado do meu conto!

        Sou da opinião de que alguns formatos funcionam melhor numa estrutura do que em outra. Acredito que o formato desse meu contato não funcionaria tão facilmente em um romance. Ao menos, não ME vejo fazendo isso funcionar – talvez outro escritor mais experiente (e corajoso, como tu mencionaste), conseguiria. Entretanto, o objetivo do texto era ser direto, prender o leitor e então causar um impacto com o final, tudo visando “provar um ponto”. Não vejo esse objetivo sendo atingido de forma efetiva numa novela ou num romance. Inclusive, a questão de utilizar de segunda pessoa o texto inteiro… Não sei se não ficaria “massante” num romance.

        Faz uns dois anos que escrevi esse texto, acredito. Na época, me inspirei nos textos do Chuck Palahniuk (Clube da Luta, Sobrevivente, entre outros), o qual considero um mestre em causar incômodos, impactos e dar socos no estômago do leitor hahahahah… Já leu coisas dele? Recomendo muito! O conto “Vísceras” é de fazer virar os olhos pra longe da tela!

        Por fim, concordo com você: seria bacana ver a opinião dos mestres Barreto / Gordon 😀

        Abração!
        Mateus

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