[TV] A Marcha dos Mortos

A TV aberta procurou a solução para a ausência de Lost, mas quem encontrou a resposta foi o AMC ao apostar na primeira série de zumbis. The Walking Dead promoveu o reencontro entre o espectador e a inovação televisiva, com muitos tiros na cabeça e tensão semanal. Tudo isso sem o hype.

por Fábio M. Barreto, de Los Angeles

A pergunta do momento é: “como manter o ritmo e a novidade em uma série semanal sobre zumbis?”. Ninguém sabe a resposta mais efetiva, mas é inegável reconhecer que a equipe criativa de The Walking Dead, liderada por Frank Darabont, está no caminho certo. O piloto foi um tiro certeiro, especialmente com sua exibição brasileira no Dia de Finados que, mesmo com os cortes desnecessários promovidos pelo CanalFox, deu resultado positivo na audiência brasileira que acompanhou pela TV [em vez do download ilegal] e fez barulho indesejado, mas, falou – e muito – sobre a série. Desde o último episódio de Lost não se debatia tanto uma série em exibição quanto The Walking Dead. E há uma razão muito boa: zumbis na TV, toda semana. Historicamente, ótimos episódios piloto não garantem uma boa série, logo, ficar apreensivo era compreensivo, especialmente depois das frustrações com FlashForward e The Event, que prometeram demais e entregaram de menos. A reposta veio no último domingo, com o segundo episódio mantendo o ritmo do piloto, assustando como o piloto e causando a mesma tensão do piloto. Há salvação na TV e ela está nas mãos desses mortos-vivos e o pequeno grupo de sobreviventes do apocalipse. E dá-lhe pesadelos.

Além de aparente fenômeno popular, The Walking Dead carrega uma responsabilidade gigantesca. Zumbis e grande público nunca se deram bem. George Romero sempre foi cult e nem mesmo Todo Mundo Quase Morto conseguiu aproximar o gênero da massa, repelida imediatamente por dois elementos: repúdio e descrédito. Afinal, zumbis são bobos, chatos e feios. É a verdadeira festa estranha com gente esquisita, que arregimentou seguidores ao longo das últimas décadas, mas nunca de forma tão descarada, como se existisse uma convenção social informal na qual quem gostava ficava quieto, enquanto quem tem nojo fazia de conta que não existia. Bem, esse cenário acabou. De vez.

Se a trajetória de sucesso de Battlestar Galactica reintroduziu a possibilidade de seriedade na ficção científica televisiva [que defendo nunca ter deixado de existir com a longa empreitada de Stargate] de acordo com a crítica norte-americana, The Walking Dead rompe essa convenção de forma perturbadoramente acertada, corajosa e definitiva. Acertada por ter escolhido uma boa fonte, na HQ de Robert Kirkman e Tony Moore; corajosa por não diminuir a seriedade e o visual do ambiente povoado por zumbis; e definitiva por iniciar a exploração desse gênero com uma qualidade técnica tão alta, que qualquer canal vai pensar umas vinte vezes antes de tentar imitar o formato. Claro, desde que encontrem coragem suficiente para encarar o assunto, afinal, um canal aberto certamente encontraria oposição religiosa imediata e, especialmente nos Estados Unidos, aquele bando de desocupados politicamente corretos cairia matando. É o preço pela vanguarda. E ela veio tarde.

Abordar não o fim do mundo, mas o fim da sociedade moderna parece ser tabu na TV gringa. Jericho tentou e dançou feio. Aliás, conversei com um dos criadores da série, Jonathan E. Steinberg, outro dia, e ele disse que ainda sonha com um filme e já tem um roteiro de trabalho, mas nenhum canal parece interessado. O cinema pode fazer o que bem entende, pois ainda está “protegido” pela censura por faixa etária, mas quando a TV pensa no caso levanta todos os alertas possíveis, como clichê, bobagem de FC retrógada, insegurança dos roteiristas e, acima de tudo, medo, muito medo, dos executivos dos canais, cada vez mais dependentes da TV formuláica e previsível que nos brinda com obras de arte descartáveis como Glee e Gossip Girl.

Quando não há esperança

“Espectadores querem se sentir seguros; protegidos”, disse Shane Brenan, produtor de NCIS e NCIS: Los Angeles, com exclusividade ao SOS Hollywood. Ele tem razão. A TV é boa para fazer isso, garantir segurança e dar tudo aquilo que a vida real é incapaz de entregar atualmente. “É nisso que a maioria das séries aposta atualmente, pois é isso que tem funcionado há anos”. Heróis, policiais, investigadores, super médicos e tantos outros personagens já arquetípicos povoam os roteiros previsíveis de Hollywood e, em certo ponto, o mesmo acontece com The Walking Dead, que aposta em clichês do gênero. Mas, essencialmente, a série de Frank Darabont é incômoda, não entrega nenhuma perspectiva de tempos melhores e cada nova cena é tão perigosa quanto a anterior. A bolha está estourada e ninguém está a salvo.

Essa dinâmica é providencial, pois permite a The Walking Dead que seu nível de tensão se mantenha constante e atenua a presença das cartas marcadas como o sobrevivente acordando após o Apocalipse, o grupo de sobreviventes contando os dias até serem descobertos pelos mortos-vivos, as cidades evacuadas e tomadas por zumbis e aquela eterna sensação de que cada esquina estará repleta de monstros. São as regras do jogo. O modo como são apresentadas define o tipo de produto a ser consumido e nesse caso, trata-se de algo sério, cru e, pelo menos até o momento, nada humorado. Sobra medo e angústia nessa versão destruída dos Estados Unidos; não há explicações sobre o levante dos mortos; há apenas a certeza de que a sobrevivência depende da criação de novas regras. Mas restam dúvidas sobre a capacidade dos humanos em superar preconceitos e seus próprios demônios para vislumbrar essa nova realidade.

Essa é a estrada de tijolos amarelos traçada pelo estilo de Darabont, apostando pesado na construção de personagens que, mesmo batidos, precisa ser relevante para dar algo mais que “gente matando zumbis” ao espectador, e também na ampliação do universo onde os sobreviventes estão inseridos para, eventualmente, abordar temas mais amplos. No primeiro episódio viu-se um drama na cidade pequena, algo intimista e extremamente triste, com um homem conhecendo os limites do amor mesmo depois de uma tragédia familiar; no segundo, a cidade grande entrou em cena e com ela as diferenças sociais tão latentes na Atlanta pré-Apocalipse quanto em sua versão mortal. A formação do grupo fixo de sobreviventes vai redefinir dinâmicas familiares, assim como traçar as novas regras de sobrevivência. “Não mate os vivos”, será o mandamento máximo. Um mantra esperançoso contra um cenário desolado e desprovido de futuro, e severamente afetado pelo hype de internet. Entretanto, sua qualidade supera o boca a boca e há méritos em The Walking Dead; há relevância no programa e isso basta.

Discutir a Humanidade é óbvio, mas propor respostas sociais a partir da quebra da sociedade é tarefa complicada. Nesse aspecto, a ficção pode ser mais incômoda que um bando de mortos-vivos vagueando pelas ruas. As escolhas de The Walking Dead precisam ser baseadas no reflexo da natureza humana, em suas possíveis reações num ambiente hostil e na improvável migração da Humanidade de Raça Dominante para Minoria Indefesa e em Extinção. Bebendo pesado nas regras de Romero e pincelando os mortos que matam de Matheson, esse programa difere do fim do mundo proposto por Cormac McCarthy, que, literalmente, matou o planeta em A Estrada, ou do fim social provocado pelo holocausto nuclear visto no recente O Livro de Eli, com um cenário catastrófico armado de forma infernal para a vida em si. O cheiro da vida atrai os mortos em sua fome insaciável. E é essa dinâmica que incomoda, sem afastar o público da série. Sem a perspectiva de conforto, o que resta é o contexto ideal para avaliarmos o cerne da sociedade, quem somos quando as máscaras caem, quando os paradigmas mudam e, acima de tudo, quando deuses caem.

A Mancada da Fox

Na estréia da série no Brasil, na noite de 2 de novembro, houve movimentação pesada para assistir ao programa na TV, deixando de lado a praga do download. Entretanto, o que parecia ser um momento histórico e positivo transformou-se numa crise de imagem quando boa parte das pessoas que assistiram ao piloto pela internet – quando ele ‘vazou’, uma semana antes – notou a presença de cortes. Muitos cortes, aproximadamente 15 minutos reduzidos para que a première se encaixasse no slot de 1 hora na programação do Canal Fox. Nada gritante e que mudasse o conteúdo, mas o suficiente provocar a ira do Twitter e justificar a adesão ao download. A questão mais relevante não é a existência, ou não, de cortes, afinal, a Rede Globo tesoura os filmes há anos e nunca houve cobrança, mas sim o dilema enfrentado pelo canal: há tanta coisa boa assim, na grade do Canal Fox, no horário de The Walking Dead para que a série precise ocupar apenas um slot? Talvez por conta da incerteza do resultado, o canal não tenha pensado em dedicar um pouco mais de sua grade aos zumbis, mas agora que o resultado não é mais incerto, seria a decisão mais lógica. Os executivos de TV a cabo vivem reclamando dos calhaus, da falta de produtos de primeira grandeza – como foi Lost – e, às vezes, se perdem quando tem tudo que pediram. É o caso de The Walking Dead. Como disse no Twitter, a Fox teve a chance de ouro e o tiro saiu pela culatra. Agora terá uma nova oportunidade, ao poder encarar esse seriado com a relevância e potencial comercial. Para isso, só precisa tomar uma atitude: exibir o conteúdo na íntegra. É obrigação do canal fornecer a melhor qualidade possível a seu assinante, que paga pelo conteúdo. Se não o fizer, o download ganha força e não há argumento que vença um cliente desiludido.

Sobre 

Fábio M. Barreto roteirista e diretor de cinema e TV. Baseado em Los Angeles, nos Estados Unidos, atuou como criador de conteúdo multimídia, mentor literário e é escritor premiado e com vários bestsellers na Amazon.com.br. Criador do podcast "Gente Que Escreve" e dos cursos "Escreva Sua História" e "C.O.N.T.E. - Curso Online de Técnicas para Escritores".

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29 thoughts on “[TV] A Marcha dos Mortos

  1. Excelente matéria, Barreto.
    Até assistir o piloto, confesso que está com um pé atrás, até mesmo por causa dos fracassos de outras séries que prometiam muito, como as citadas The Event e Flash Forward.

    Mas após a cena inicial de TWD, ficou claro que era uma coisa diferente. A tensão existente em cada cena prende o espectador, e deixa a gente ansioso pelo próximo episódio. Grande acerto da AMC e de Darabont.

    Ouvi dizer que a primeira temporada só terá 6 episódios, e a segunda, recém-confirmada, apenas 13. É pouco, mas… os melhores perfumes vêm nos menores frascos. Menos pode ser melhor. 🙂

      1. Um exemplo disso são as séries Inglesas. A maior parte delas tem 13 episódios, como Doctor Who.. é triste por acabar rapido, mas é bom pq a historia não fica perdida no meio de muitos episódios.
        As séries da HBO tambem seguem esse mesmo estilo e olha a qualidade delas =D

  2. A Fox poderia ter pedido desculpas e ter passado ontem o primeiro episódio inteiro antes do segundo.

    Reverteria toda as reclamações que pipocaram na web semana passada, mas insistem em fazer a coisa do jeito errado, mesmo quando os telespectadores têm outros meios de conseguir o conteúdo.

    1. Há dez anos, um amigo meu dizia que os executivos de TV a cabo eram “macacos amestrados”, pq só faziam besteira e não aprendiam truques novos. Quero acreditar que isso mudou e que, agora com o resultao em mãos, a Fox consiga entender o potencial da série e exibir tudo.

      Pedir desculpas não é muito habitual no Brasil, até onde eu sei, Diesel. Assumir erro é uma coisa difícil de se fazer. Muito difícil.

      Mas estou contigo, que o serviço melhore e a pirataria diminua.

  3. Muito boa a matéria! Ótima análise do que se propõe a séria Walking Dead. O sr. Darabont é o complemento que faltava a esta história que já vem se desenrolando a bastante tempo no quadrinho feito pelo excelente roteirista Robert Kirkman. Se mantiverem o foco do quadrinho, e mantendo a coragem de se tocar em todos os temas lá encontrados, vai ser um sucesso de critica e público.

  4. Eu estava curiosa sobre a série, mas qdo soube dos cortes da Fox, desanimei. Agora, com a sua matéria e a repercussão do 2o. eps acho que vou arriscar.
    E como fã de sci-fi, espero que a Fox e os d+ canais de tv a cabo comecem a respeitar o gênero.

    1. Não se assuste com os “cortes”, Marcia. Sinceramente, é preciosismo e chatice de quem viu o pirata. Mas, como disse, será que tem tanta coisa boa assim na grade que impeça o canal de alocar mais 30 min pra um programa bom? Não é o caso. De qq forma, o conteúdo está lá e merece ser assistido. Não dê tanta importância ao Twitter, a maioria é papagaio de pirata. 😀

      1. O pessoal que baixou justificou os momentos cortados como essenciais na construção dos personagens, primasia da AMC; não influenciam tão diretamente na narrativa, mas na era da pirataria, quanto menos, pior. A FOX e o FX podiam ter exibido sim.
        Reclamar mais do que isso nada mais é do que o efeito internet excessiva, que passou a servir de megafone pro pessoal irado 😀

  5. Eu assiti ao piloto em Los Angeles, (muito bem acompanhada por sinal) e não estava no Brasil quando da estréia mas nem estranho a Fox dar mancadas, isso vem de muitos anos, desde a época de Arquivo X.

    Mas não será por isso que vou perder a série, a Fox pode não mudar mas The Walking Dead merece ser prestigiada.

    Excelente matéria Fábio, parabéns!

  6. Assisti a estréia na Fox. Gostei muito. A cada intervalo, ia pro Twitter ver a reação do pessoal. E, no meio do episódio, já surgiram os comentários sobre os cortes.
    Terminei de assistir, não senti nenhuma falha de continuidade, nem que faltou alguma coisa. Acabei baixando o episódio pra ver na íntegra, e sinceramente não senti muita diferença.
    Vou continuar acompanhando na Fox, afinal é louvável uma emissora brasileira transmitir uma série apenas 2 dias depois dos EUA. Temos que valorizar isso para que outras emissoras façam o mesmo.

    1. O que senti dos cortes foi mais uma diminuição da violência…
      Posso estar errado, pois não assisti a reprise para confirmar, mas minha sensação foi que a Fox cortou o sangue, depois quando vi a versão baixada me deu a impressão de estar mais suja.
      Por isso minha preocupação com a Fox foi que a sujeira faz parte do cenário de TWD, e se cortarem os segundos depois do tiro, em que aparece o sangue e cérebros se espalhando, vai tirar um pouco da autenticidade e realismo da ação e reação, que fazem parte do desespero do espectador.

      1. Exato. É o fato de que se o diretor e o montador colocam (ou tiram) algum frame é por que eles tem a intenção de passar uma determinada sensação/ideia a audiência. Geralmente se tira por questão de mercado (adequação de horário e/ou testes com audiencias para determinar faixa etária e aprovação dos nichos). Afinal é também um produto comercial. Mas acredito ter alguma participação do diretor ou orientação dele. Mas e quando o corte é feito só pra atender uma janela de tempo? E pior, de um canal pago! Acho que a Fox no Brasil tem de ter mais carinho com seus consumidores. Seja no respeito da obra ou nas legenda. E o que foram aquelas legendas? Assisti os dois e vi que tinham qualidades bem distintas. Em uma as expressões idiomáticas foram melhor trabalhadas, em outra não. E não preciso dizer em que versão tivemos melhor qualidade. Pago a Fox (tenho assinatura) mas se souber que não tenho um produto condizente, também tenho outras formas de encontra-lo. E não são baratas! Principalmente no Brasil.

  7. Fabião, prometo que leio a critica em casa. Mas já comento agora: desculpe, não vi.
    Por que não vi?
    Simples: vi a cena da guriazinha-zumbi no estacionamento E JÁ QUASE CAÍ DA CADEIRA!!!
    Cara, posso não ver por ser o bicho mais medroso do mundo, mas que a série é justamente por isso MUITO DO CARAMBA, isso ela é!!
    Quem sabe eu não perco meu medo de ver, né? n.n”

    Abração pra ti!!

    PS: nem vou comentar que morri de inveja do teu ingresso pra premiere do Harry Potter final. Dica: faz um podcast sobre ou obrigue o Juras a fazer um RapaduraCast sobre =D

  8. Muito boa matéria,
    Achei muito interessante a forma como é dirigida a séria, e com tudo nela na verdade. A camera acompanhando um personagem, ou aparecendo de trás de uma árvore para dar a sensação de que tem alguém ali. Esse mistério e o clima envolvido, deixa uma tensão muito interessante..
    Vou acompanhar, vamos ver se vale a pena.

    ps: Dexter tem 13 episodios em cada temporada e eu sou MUITO agradecido por isso.

    Abracos

    1. Já está tudo pronto. O material original nos quadrinhos são de primeira. Não foi sem mérito que está história ganhou espaço na teve. Aguarde e verá cada vez mais a natureza humana ser questionada. As escolhas ficaram cada vez mais dificil para garantir a sobrevivência. Robert Kirkman trabalhou muito bem os seus personagens e história e, assim eu espero, não existirão garantias nenhuma de qualquer personagem continuar vivo ao longo da série. E estou esperando ansiosamente pela Michone…

  9. Show de bola essa crítica…adorei…assisti a maratona na madrugada no domingo e achei muito legal. Concordo que a fox tem a oportunidade de se sair muito bem no quesito SÉRIES só depende delas. Espero que ela não vacile [denovo]. Ótimo trabalho soshollywood.

  10. Assisti o piloto na FOX e gostei muito, infelizmente não pude assistir os demais por incoveniência de horários (nas terças e sábados o TCM exibe sempre um filme diferente de Woody Allen no mesmo horário) mas certamente comprarei o DVD/BD quando sair.

    Só depois um amigo me falou dos cortes, que não ocorreram apenas no Brasil, mas nos outros 120 países onde a série foi exibida, visto que a AMC só exibe nos EUA e outros canais distribuem, o que gera naturalmente um problema entre grade de horários (a FOX disse que exibira os episódios na íntegra e acho que se fossem esperto, disponibilizariam online). O que mais me incomodou foram as mensagens do internautas reclamando da dublagem da FOX uma vez que esta, pelo recurso digital, é totalmente opcional, fator que acho que poderia ser adotado pelos demais canais e o FX mesmo podia ter adotado uma vez que tem a política da programação legendada.

    Acho que fica então o conselho para emissoras de TV que eventualmente, mesmo com a pirataria solta na internet, exibirão os filmes e séries no exterior: aposta em incertezas e arte. Certezas na vida, ninguém tem.

  11. A serie THE WALKING DEAD, e muito maravilhosa perto de muitas series. Assisti os quatros episodios e amei. Eu acho que a fox devia dar mais liberdade para a produção, “emoção, adrenalina” devia ser o nome dessa serie, que deve ir ate para a tv aberta no final.
    Quem não tem canal fechado esta perdendo uma serie boa. Bom não tenho muito o que falar agora, só foram 4 episodios ate o momento, vou esperar um pouco ate o 10° episodio, ai poderei dar uma opinião melhor que “essa serie e maravilhosa”. Quatro episodios ate o momento não são nada, temos series que como “OS SIMPSONS” que já vem durando 21anos, espero que THE WALKING DEAD dure no minimo 3anos. Esta serie e diferente das outras, não e um policial que corre atras de mafiosos, são pessoas que correm de zumbis.
    Uma coisa que os produtores e o canal fox deviam fazer e um blog de comentarios, para nós fãns dar palpites. “Mas quem disse que eles querem saber da nossa opinião”.
    VOCÊ QUE ESTA GERENCIADO ESTE SITE, PARABENS E CONTINUE ASSIM, VOU ESTAR CONECTADO SEMPRE, ATE A SERIE ACABAR E QUEM SABE VIR UMA MELHOR.

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