O Fim dos Tempos

Eles chegaram e a gente já era! Remake de O Dia em que a Terra Parou faz boas escolhas de elenco e roteiro para honrar um dos maiores clássicos da ficção científica.

Klaatu Barada Nikto é provavelmente uma das expressões mais conhecidas pelos simpatizantes da ficção científica. Embora seu significado não seja dos mais conhecidos, tudo isso deveria mudar com a estréia o remake de O Dia em que a Terra Parou (The Day the Earth Stood Still), mas a frase é dita tão baixinho que quase passa batido. As presenças de Keanu Reeves, como Klaatu, e Jennifer Connely, como Helen, no elenco só ajudam a levar uma das melhores realizações do gênero a uma nova geração, que, goste ou não, tem colaborado para o inevitável fim da civilização.

A recriação de O Dia em que a Terra Parou levou 15 anos para ficar pronta e, por mais estranho que pareça, a decisão foi acertada. O maior desafio para o diretor Scott Derrickson (O Exorcismo de Emily Rose) e o roteirista David Scarpa era atualizar uma história irretocável sem torná-la banal ou desnecessária. Manter as motivações originais seria impossível, uma vez que o fantasma atômico não assombra mais o planeta assim como na década de 50 – o original foi lançado em 1951.

Ao contrário do que Zack Snyder vai fazer com Watchmen, O Dia em que a Terra Parou migrou todo o medo nuclear para a questão ambiental, algo que tem atraído a atenção de roteiristas de ficção e terror ultimamente. M. Night Shyamalan errou feio com The Happening, mas deu seus centavos sobre o assunto e Wall-E fez uma projeção negativa, porém, passível de salvação e final feliz. O que não acontece aqui. A vida humana precisa ser extinta para permitir a existência do planeta.

Klaatu (Keanu Reeves) chega à Terra e encontra o melhor comitê de boas-vindas possível: um bando de gente com medo e desesperada para não virar esqueleto frito como aqueles coitados em Marte Ataca. No comando da situação está Kathy Bates, uma linha dura preocupada com aspecto militar em vez de tentar descobrir a verdadeira razão da repentina visita alienígena. Muito do visto nesse roteiro reflete a falta de foco humana – especialmente dos norte-americanos – , sempre olhando numa direção e ignorando todas as alternativas seja do ponto de vista social, econômico ou, claro, ambiental.

A presença de Klaatu em si não deveria ser assustadora, mas a reação violenta ao personagem suscita a ativação do verdadeiro problema da história: Gort, um robô indestrutível capaz de exterminar a civilização rapidamente. O termo “problema” é o mais apropriado, afinal de contas, o verdadeiro vilão da história somos nós – responsáveis por colocar o planeta em risco.

Claro que há esperança em meio ao inevitável fim e é na bondade humana que devemos apostar para convencer Klaatu a nos dar uma segunda chance. A história pode parecer batida, mas ela deu origem a conceitos como Surfista Prateado, Leloo Dallas Multipass ou mesmo do recente O Grande Dave, de Eddie Murphy. O contato de Klaatu com Helen (Connely) e seu filho Jacob (Jaden Smith) é crucial para que o visitante entenda realmente do que somos capazes pelo aspecto positivo. John Cleese ajuda na brincadeira numa das melhores cenas do filme, ao travar um diálogo matemático com Klaatu.

O filme em si contém elementos dessa habilidade, pois, na era dos protestos na internet, o anúncio de sua refilmagem foi um dos poucos que não gerou revolta generalizada. Muito por conta das pessoas que assistiram à primeira versão serem muito mais amadurecidas que a nova onda responsável pelas bilheterias da atualidade e pela real necessidade daquele espírito da Era da Ouro da DC voltar às telas de Hollywood – e sem os figurinos mambembes, claro. Nesse caso, os estúdios foram sábios em trabalhar em algo com mais de uma geração de diferença, coisa que não acontece com as dezenas de remakes orientais da última década. Pode haver maior apreciação a essa nova versão de O Dia em que a Terra Parou justamente por seu grande distanciamento com o original, algo positivo nesse momento.

O roteiro de David Scarpa foi praticamente feito a quatro mãos com o diretor e apresenta muitas diferenças em relação ao original de Edmund H. North (Patton: Herói ou Rebelde?). Além do quesito nuclear que foi retirado, a personagem de Jennifer Connelly é totalmente diferente de sua primeira versão – uma cientista. Ela cumpre sua função sem momentos memoráveis, mas bem o suficiente para permitir a condução da trama. Aliás, ela acaba representando o público dentro do filme, pois compartilha muitos de nossos medos e esperanças e se vê num verdadeiro beco sem saída.

Jared Smith mais uma vez mostra capacidade para seguir os passos do pai e se atravessar a complicada transição dos atores mirins, pode ter seu lugar ao Sol por mérito próprio – afinal, paitrocinio não é tudo, como Tori Spelling bem sabe. Agora, bem que ele e a Dakota Fanning poderiam estrelar um filme no qual levam porrada toda vez que resolvem gritar ou dar piti. Haha. Um bom momento no longa-metragem acontece justamente quando Jacob lidera uma conversa com Klaatu. Conhecendo Reeves, não precisa de muito para acreditar que aquele garotinho seja capaz de deixá-lo sem jeito. Mas ele, assim como seu personagem, sabe lidar com crianças e mostrou grande carisma em Hardball – O Jogo da Vida.

Por falar em Reeves, ele está impecável e não podia cometer erros. Desde Matrix, o astro pensa num reencontro com o gênero que o consagrou. Depois da interpretação caricata em Street Kings, nada melhor que uma boa oportunidade para mostrar o que sabe para um público cativo. Seu bom momento anda lado a lado com a inovação em termos de efeitos especiais vistas em O Dia em que a Terra Parou. Comparar com os raios de Gort mostrados no primeiro filme com as gigantescas esferas destruidoras que surgem em diversos pontos do planeta é injusto, porém, ambas as escolhas fazem sentido dentro de seus momentos históricos.

Os raios laser eram literalmente coisa de outro planeta em 1951 e os “raios da morte” de Guerra dos Mundos estavam enraizados no gênero – e aterrorizariam as platéias dois anos mais tarde com o filme de Byron Haskin –, mas fariam pouco sentido hoje. Portanto, algo “de outro mundo” era necessário para garantir surpresa e causar medo. Como fugir de uma força tão destruidora e incontrolável? Felizmente, o roteiro não deu chances a uma solução militar ao estilo Independence Day garantindo credibilidade e evitando a mesmice.

O dilema é existencial. A ficção científica aborda situações definitivas nesse estilo como nenhum outro gênero cultural é capaz e o timing para esse reencontro de Klaatu com a Humanidade não poderia ser melhor. Muito se fala sobre responsabilidade ambiental, reciclagem e combustíveis renováveis, mas, notavelmente, mudanças relevantes só acontecem mediante situações tão relevantes quanto. A preocupação ambiental sempre é focada no legado que deixaremos para as próximas gerações, mas como reagiríamos se nossas vidas estivessem em jogo logo após você terminar de ler esse artigo ou quando terminar de assistir ao seu seriado predileto? Inevitavelmente isso acontecerá, porém, haverá uma frase secreta capaz de salvar a todos? Klaatu Barada Nikto pode não ser o suficiente.

O Fator Keanu Reeves
A vocação de Keanu Reeves para astro de ficção científica não é coisa nova. Aliás, a maioria de seus sucessos aconteceram dentro desse gênero, entretanto, ele sempre fez as vezes de mocinho. Seja em Johnny Mnemonic, As Aventuras de Billy e Ted ou no clássico Drácula, Reeves foi construindo seu caminho enquanto aproveitava cada oportunidade de estrelar romances a là Casa do Lago – que também tem seu pezinho no fantástico. Embora Neo tenha sido o maior acerto de sua vida, interpretar Klaatu se mostra mais perfeito ainda por conta de algo que só ele sabe fazer: ser inexpressivo.

Não que o ator seja assim o tempo todo, mas essa é uma realidade com a qual ele convive e treina constantemente. Keanu não esconde suas limitações e por isso é conhecido como um dos atores mais aplicados em termos de preparação. Exatamente por isso, simular um alienígena desprovido de emoções se torna algo difícil hoje em dia. Obviamente, um bando de atores metidos a gênio tentaria agregar algo ao personagem e dar seu toque pessoal, enquanto Reeves se encaixou bem na função. O diretor só precisou dizer a ele: “vai lá, mantenha seu rosto imutável e mande ver nas suas falas”. E pronto! Nasceu Klaatu.

Esse é um ponto bastante positivo para o filme, uma vez que encontrar uma interpretação tão genuína assim evita os clichês de gênero ou algumas das canastrices do filme original. Reeves entregou um pouco desse estilo no terceiro Matrix, quando interagia com as máquinas – seres também desprovidos de emoção – que tinham interesse apenas em sua mensagem e função, não em suas reações. Assim é Klaatu, um personagem já histórico que será capaz de cruzar a barreira de ícone da ficção científica para as revistas femininas por conta da união entre os apreciados traços de Reeves e um personagem que vai decidir o futuro da Humanidade. Ele está convincente e louco é quem disser o contrário.

Sobre 

Fábio M. Barreto roteirista e diretor de cinema e TV. Baseado em Los Angeles, nos Estados Unidos, atuou como criador de conteúdo multimídia, mentor literário e é escritor premiado e com vários bestsellers na Amazon.com.br. Criador do podcast "Gente Que Escreve" e dos cursos "Escreva Sua História" e "C.O.N.T.E. - Curso Online de Técnicas para Escritores".

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49 thoughts on “O Fim dos Tempos

  1. Realmente o talento da total inexpressividade é tão difícil quanto a “expressividade na medida certa”. Mas talvez os leitores não estejam ligados que o Klaatu original era muuuuuuuito mais legal, dentro do seu contexto óbvio.
    No original ele vem para ajduar a humanidade e por isso se coloca simpático e emotivo em momentos. Já esse veio só “ferrar geral” e porntanto deveria realmente ter uma inexpressividade impar. Ele é o juiz, júri e executor, não pode ficar simpatizando com os réus.
    Acho que não houve “canastrice” no original (HEREGE!!!) e também acho que se o roteiro atual permitisse, um Klaatu mais “people person” ia cair bem atualmente. Ninguém curte sermões de uma “homem-máquina” né?

    A crítica mesmo assim ficou SHOW de bola. Falou tudo que eu imaginava e foi na contra-mão dos críticos idosos que conhecem o contexto hollywoodiano mas não dão colher de chá pra inovação visual ¬¬

    Muito bom

  2. Bacana a matéria Barretão…

    Agora, Sexta Feira, chega ao fim o prazo de sua promessa, caro amigo…

    Estou LOUCO para ver as suas considerações finais sobre a entrevista com ZACK SNIDER

    Borbs já falou bastante, tá faltando a sua bela escrita… Estou esperando, hein?

    xP

  3. Ahhhhhh hahahahahaha

    Entendo… Qualquer dinheirinho é bem vindo nesse início de ano mesmo…

    Bom, tenho certeza que virá uma matéria inclusive mais recheada de detalhes. Estamos ansiosos, afinal, todos os olhos estão nessa famigerada adaptação…

    E descobrir os “porques” dele (Zack) fazer assim ou assado é algo impressindível… Boa sorte!

    PS: O ozy ficou muito gay… Não sei que interpretação do pobre Goode vai tirar essa primeira impressão… Fale sobre isso tambem, se possível, o critério do Zack em escolher os atores…

  4. Eu vi hj a tarde e gostei MUUUUUIIITOOOO XD

    Sò me diz uma coisa, pra essa analfa

    O que essa maldita frase quer dizer?

    Ps: Eu quis TANTO que aquele porrinha do jacob caísse e morresse da ponte. :/

  5. Irei assisti-lo no cinema aqui então.
    não me julguem mal, mas eu não assisti o classico dos anos 50, portanto vou poder ver ele na boa tambem.
    Gostei da critica

  6. Maneiro isso: “Seja inexpressivo”. Quem seria melhor?? rsrs. Apesar que o cara consegue expressar medo muito bem, vide a cena do Matrix que jogam a parada no umbigo dele e todas as cenas de ação de Reis da Ruas.

  7. Atenção, SPOILER A VISTA!)Fernando Quirino (Mestre Zen), concordo em parte com vc…esse filme poderia ter todos os nomes menos o mesmo do original…sou mais velho mas não discuto que é necessário inovar, mas o roteiro foi vilipendiado e mudado tanto que existem elementos muito diferentes…( Atenção, SPOILER A VISTA!)o potencial destrutivo dos picopicos do GORT e a falta de fragilidade Gandhiana do Klatuu foram liberdades de adaptação de roteiro razoáveis, agora colocar uma atriz inexpressiva como Jenifer dos fantasmas em tudo que é canto, me poupe…é outro filme com certeza.

  8. Fernando Quirino (Mestre Zen), vc não entendeu o filme… Klaatu veio avisar sobre o que aconteceria se a humanidade não mudasse, mas não conseguiu acesso aos lideres do mundo, portanto, deu inicio ao plano alternativo.

    O filme é excelente, assim como foi o original.

  9. achei o filme bem ruim e escrevi sobre ele no site da revista M…
    mas o texto defende bem seu ponto de vista, mostra pq vc gostou.
    mesmo nao gostando muito, achei o clima do início do filme muito maneiro. me lembrou aquela velha HQ do Surfista Prateado e do Galactus, desenhada pelo Moebius, no qual o gigante aparece de novo na Terra (no futuro) e nao faz nada. só deixa todos em pânico e vai todo mundo fazendo merda.

  10. Bom Fabão, eu assisti o filme ontem e tava gostando bastante até a metade. Achei que em certo ponto faltaram as amarras, não me convenceu a relação entre Dra. e o Jacob, (que inclusive é chato). Acho que a transformaçao da visao de Klatuu acontece de uma hora para outra, não se dá de forma proguessiva. Achei as justificativas a respeito da segunda chance bemmmm fracas. Sei lá, na nossa sociedade não damos segunda chance ao individuos que prejudicam o bem estar social correto? Mas tudo bem… No começo, a crítica ao militarismo Americano foi bom, mas acabou ficando só naquilo mesmo. O filme é legal, diverte, mas não achei uma maravilha não.

  11. Também achei que da metade para frente o filme desandou. Como disse o Igor, a relação dos 2 não me convenceu nem um pouquinho. E o menino é um pentelho. Sem falar que o Reeves muda de idéia de uma hora para outra.

    Meu final para o filme:

    “Mudar de idéia, deixando que os humanos sobrevivam, mas destruir tudo que mantém esse consumo desenfreado.

    Fábricas, grandes corporações, siderurgias, faculdades para barrar o desenvolvimento tecnolóigico, enfim, fazer com que o homem volte a pedra lascada.

    E o Klatuu falasse: Ok, vcs irão viver. Mas irão viver com isso, para que a Terra se recupere.”

    Ai ia ficar fodasso na minha opnião!! 🙂

    Estou farto de finais felizes que fogem da realidade. Principalmente nesse filme que literalmente deixou o vírus do planeta sobreviver. rs

  12. Muito boa a resenha!
    ‘Agora, bem que ele e a Dakota Fanning poderiam estrelar um filme no qual levam porrada toda vez que resolvem gritar ou dar piti’ Achei que só eu era a favor de espanca-los hahahahaha

  13. Boa critica, mas o Filme é realmente fraco, comecou bem detalhado e parece que foi brutalmente resumido na ultima meia hora de filme, faltou muito e é infinitamente pior que o original

  14. @ Samuel

    Mas Samuuel, é exatamente isso que ocorre no final, nao percebeu que, além de destruido boa parte das coisas, todos os mecanismos eletronicos e tudo que gerava energia no planeta parou? Daí o titulo do flme.

  15. Caros colegas judônicos:

    Uma das cenas mais clássicas de Sci-Fi não foi bem refeita no remake…cadê a tensão gerada…e a frase fica quase inaúdivel…
    espero que não aconteça coisas assim com Watchmen…

  16. falar a verdade, soh pelo fato de ter o Keanu Reeves como alien ja faz valer a pena de ver o filme =D
    e nao.. nao gosto de matrix. eh pelo simples fato de ser bizarro! (;

  17. mais um dessa onda desnecessária de remakes que eu não gostei.os efeitos especiais são muito bons,e incrivelmente gostei do Reeves no filme.Mas certas coisas são muito fora de ordem,principalmente o motivo que levou Klaatu a fazer o que ele fez no final.

  18. Eu achei o filme horrível.

    E o molequinho é um pentelho, da metade pro fim do filme, cada vez que ele aparecia na tela me dava vontade de ir lá e dar uma bicuda nele.

    3/10 na minha opinião.

  19. Pelo que vejo é bem o tipo de filme Amo ou Odeio. Eu acho isso bom, pelo menos provoca reações. Vi e realmente gostei. Achei que deixaram mais parecido com o original do que eu pensava e tiveram cuidado com os detalhes científicos. Não é um filme do tipo que prega a mensagem na sua cara, é mais discreto, not “preachy”. Efeitos discretos e bem feitos, John Cleese merecia mais tempo em cena, o garoto é irritante sim, o que é claramente uma amostra de como os nossos pré-adolescentes são hoje em dia e o Keanu Reeves é show como um alien, conseguindo ser totalmente indiferente, sem emoções e SEM ticks nervosos ou maneirismos, o que não é nada fácil de se conseguir e o cara deveria ser muito mais valorizado. RECOMENDO!

  20. O que me incomodou no filme (e me incomoda em um monte de outros filmes) é essa necessidade imbecil de ficar utilizando metáforas religiosas a torto e direito.
    Ser formado por 3 DNAs distintos, revivendo mortos com um unguento do proprio corpo, andando sobre as aguas de um pantano, fazendo arcas, liberando uma praga de gafanhotos… VSF, num dá pra escrever um filme de ficção que não seja sobre arquétipos de cristo não?

  21. muito ruim …
    direcao fraca ,
    e efeitos especiais sofriveis
    deixaram a desejar,
    merecida a nota baixa que levou do site
    rottentomatoes.com ( 20 % de aprovacao )
    .

  22. zebode, no original tais arquetipos também estavam presentes e eram claras referências a Jesus Cristo (o nome escolhido por Klaatu para se disfarçar foi carpenter. Ele é morto pelos militares e Gort o ressucita. A sua partida também é uma metáfora à ressurreição. Já no remake li (e notei) que o diretor faz mais referências a Moisés.

  23. Foi uma decepção total este filme.
    Primeiro nem deveria ser chamado de remaker.Pois e outro filme e daqueles ruins.
    As melhores cenas que são poucas são uma copia do original…
    E para completar a ruindade do filme ele salva o muleque chatinho…
    Quinze anos para fazer isso… ta de brincadeira…

  24. @CamilaWho viu o filme por causa do Keanu Reeves e não gosta de Matrix? eu hein…

    Vou ver o original para poder ver se cagaram no remake, a mensagem e importante mas o dinheiro do ingresso nao valeu a pena!

    voces notaram o tanto de merchan?
    MacDonalds, Honda, Windows…

  25. Fui ver agora pouco esse filme e sua resenha é bem bacana, mas vou concordar com alguns comentários feitos acima:

    – Merchant demais (windows, honda, mcdonalds)
    – Atuação fantástica de Keanu Reeves
    – Eu tinha matado o pentelho no 2o minuto do filme, que morra esse desgraçado, egoísta, metido e idiota, sem ele garanto que o filme teria um toque a mais.
    – Mudança repentina de: Humanos sob pressão mudam seus hábitos. Detalhe que ele sabe que o menino ia cair no rio e segurou ele só para ver a reação pra ver se o fdp ia agradecer ou algo do tipo.

    Se não bastasse isso, ele levar o ET pra reviver o PAI foi demais, quase saí do cinema. WTF mano, morra esse muleque. No original tinha um pentelho assim?

    Valeu e ótima rezenha judão!

  26. Klaatu Barada Nikto realmente é uma grande frase, mas Sam Raimi a roubou para sempre com “Klaato Veracta Nikto”

    Se o Klaato tivesse uma motosserra no lugar da mão, quem sabe né? hahah

  27. Filme ruim.
    Parece que o Will Smith deve ter “mandado” colocar o filho no filme. Pq o personagem é antipático, apesar de no final querem justificar as atitudes dele (perda do pai), é totalmente dispensável.

    Engraçada e ridícula a cena em que os gafanhotos destroem tudo pela frente, menos a ponte em que os 3 se abrigam. :S

  28. Adorei o Filme. E acho que ele deve ser realmente levado a sério, já que a questão tratada pelo filme, de que nós estamos destruindo o planeta é a pura verdade.
    Eu acho que quem achou o filme ruim é porque não se aceita como o principal “ser” a estar a se destruir e a destruir o ambiente que o rodeia!!!!!!

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