Gente Que Escreve 030 – Easter Eggs

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Sobre 

Fábio M. Barreto roteirista e diretor de cinema e TV. Baseado em Los Angeles, nos Estados Unidos, atuou como criador de conteúdo multimídia, mentor literário e é escritor premiado e com vários bestsellers na Amazon.com.br. Criador do podcast "Gente Que Escreve" e dos cursos "Escreva Sua História" e "C.O.N.T.E. - Curso Online de Técnicas para Escritores".

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16 thoughts on “Gente Que Escreve 030 – Easter Eggs

  1. Comentei com o Fábio como seus contos de terror tem um quê de H.P. Lovecraft, não sei se referências diretas, mas o clima de Pedraskaen lembra muito as locações dos contos lovecraftianos, mas muito mais pelo seu estilo de escrita e a aforma como aos poucos ele vai criando o cenário onde a ação acontecerá.
    E poxa, Pedraskaen eu tinha percebido, mas os demais easter eggs não.
    Em Filhos do Fim do Mundo existem referências a Star Wars e a Galaxy Quest. Fora a influência do conto asimoviano O Cair da Noite.

    E o sapinho Caco dos Muppets virou Kermit…
    Sds

    1. Fala, Leo.
      Acho que o Lovecraft é mais influência subconsciente que referência ou easter egg. Ele meio que formou caráter, sabe? Então nem vejo mais como algo onde busquei inspiração, é apenas algo que existe em mim. :p

  2. Boa tarde! pra variar mais um ótimo programa!
    Pra não ficar apenas bajulando o trabalho de vocês, estive pensando em mais uma sugestão de tema para o programa, vocês poderiam meio que criar um quadro onde vocês dedicariam um programa exclusivamente a um subgênero da literatura, vocês já fizeram isso com crônica e ficção científica, suas especialidades, mas poderiam dedicar um programa à Literatura Medieval, outro ao Terror, outro ao Stean Punk e etc.
    Sei que, assim, vocês teriam de falar de temas aos quais não dominam totalmente, porém seria um exercício interessante de sair do “conforto” e/ou chamar um convidado mai experiente no tema em questão e não precisaria chamar alguém famoso, que cobraria pela participação, mas talvez alguém iniciante que entendesse do assunto para discutir com vocês e, de quebra, dar dicas (que é o que eu, e acredito a maioria dos seus ouvintes, mais gosta de ouvir)
    No mais é isso, muito obrigado pelo ótimo trabalho que vocês vêm desenvolvendo e, em breve, irei contribuir mais com o programa.

  3. Ouvi o podcast “pulando” pq não quis spoilers por não ter lidos os contos de vocês. Por conta, não vi mais detalhes sobre o “Desafio das 3 páginas”. Como que colocamos as paginas, “soltas” neste comentário? Ou link das páginas em outro local?

    Vlw e parabéns pelo podcast.

  4. Meu conto para o desafio:
    https://www.wattpad.com/391058376-a-ca%C3%A7ada-%C3%A0-david-kessler

    Sobre o episódio:
    Acho injusto julgar o pessoal que entra na vibe das teorias. Séries como “Lost” ou mesmo, mais recentemente, “Westworld” quase que pedem que seu fandom trabalhe com especulações. Isso faz parte de se envolver num universo, eu creio. Faz parte da diversão, eu diria até. Um hobbie inocente.

    Quantas vezes, durante a leitura de um livro, vocês já não especularam o que iria acontecer no final? O Barreto disse ser fã do “Nome do Vento”, eu aposto que ele se pegou pensando em como esse universo vai culminar, visto que o último livro da série ainda não saiu. Isso faz parte do que é ser fã. Quase como a criação de fanfics

    Claro, algumas pessoas perdem a linha, fazem teorias e depois querem “direitos” por essas teorias.

    Acredito que vocês já devem conhecer o caso da Marion Zimmer Bradley, que incentivava a publicação de fanfics de seu universo Darkover, sempre participava dos fóruns e interagia com os fãs. Até que, um dia, um fã publicou uma história que seria bem parecida com o plot do novo livro da série. A autora ofereceu procurou o autor da fanfic para explicar a história e, dizem, até ofereceu uma pequena gratificação. Mas o cara exigiu um milhão de coisas, dinheiro e blablabla. O resultado foi o cancelamento do livro e o desligamento da Marion de qualquer comunidade do tipo.

  5. Também quero participar! 😛

    Desafio: aquário, bala de prata, saudade.

    https://medium.com/@mauriciopiccini/a-lua-o-estranho-e-o-museu-b14325704a2a

    — Quem vai contar tua história, Ana? — disse o Estranho.

    Ele chegou já de noite. Estava escuro. O museu, fechado. Ele vinha rengo, devendo uns centímetros da perna esquerda pra perna direita. Eu o vi na câmara central do museu oceanográfico. Sentou-se, estático, no suporte edáfico debaixo do tanque de água salgada. A luz da lua atravessava o teto e caía em ângulo reto por sobre os Estranho. Não fosse por ela, não teria visto sequer seu vulto, apesar do tamanho. No reflexo das paredes de vidro, notei que ele examinava uma coisa nas mãos. Eu pensei ser uma pistola.

    — A tua canção não sai da minha cabeça. Tá cada vez pior — ele falou.

    […]

  6. Sou péssimo “descobridor” de easter eggs, a menos que ele seja esfregado na minha cara, eu passo reto, hahaha!

    O podcast está muito bom, já catei as palavras para mais tarde arregaçar as mangas e encarar o desafio!

  7. Como ninguém falou sobre Stephen King? Os livros (e filmes baseados) dele são cheios de Easter Eggs, e eu fico me achando toda vez que encontro algum. É tipo uma recompensa por acompanhar as obras do escritor, tipo um selinho de leitor nota 10.

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